Ads Top

Caso de mulher que se defendeu de estupro no MS mostra como a mídia asquerosa se posiciona sempre ao lado do carrasco

Mais cedo comentei sobre o discurso de Donald Trump na Assembléia Geral da ONU. Um discurso irrepreensível, sincero, cirúrgico e responsável. Mas que foi rechaçado pela imprensa. Foi comentado ali que “se fosse um incêndio, a mídia iria vaiar os bombeiros e a equipe de resgate. Poucas horas depois me deparo com o seguinte absurdo, vindo do portal G1:



Sim, meus caros. “Mulher Agride homem”. A vítima que evitou um crime bárbaro e que salvou a filha e a si própria se tornou uma “agressora”, não uma vítima indefesa que conseguiu reagir. Já o agressor assumiu o papel de seu alvo, como vítima da história.

Dias atrás também tivemos o caso dos dez criminosos mortos no Morumbi. Muito se ouviu da boca dos ilustres profissionais de imprensa que a ação não poderia ser considerada um sucesso pois se perderam dez vidas no episódio.

Isso é algo recorrente. Quando se trata da violência de milícias de extrema-esquerda, a mídia diz que “houve confronto” (como se agressores e vítimas fossem equivalentes em força). Quando estes mesmos grupos promovem o terror, a mídia diz que “a manifestação seguia pacífica até que uns poucos vândalos começaram a provocar tumulto, provocando ação desproporcional por parte da polícia”. Ou então se diz que “um menor de idade foi assassinado após trocar tiros com a PM” ou até mesmo que censura é boicote. E sempre existem “ultraconservadores, extrema-direita, grupos radicais de direita e reacionários – menos extrema-esquerda, já que todos estes são “anti-racistas”, ativistas pacifistas pela diversidade, pela democracia, pelos direitos civis ou o que quer que soe bonito. A lista é grande.

O que fica claro é que a mídia já pratica uma novilíngua cuja finalidade maior é o apoio amplo, geral e irrestrito ao terror, a selvageria, ao genocídio e ao império do caos. Eles fecham com a violência, normalizando a truculência contra grupos de direita e impondo a idéia de que estes são menos dignos de direitos que os outros. No caso em tela, é evidente que a moça é a agressora ainda que seu ato a tenha salvo daquilo que esta mesma mídia diz abominar. Também é recorrente a atribuição de culpa a uma entidade abstrata. No caso do ejaculador do ônibus, a culpa foi atribuída ao machismo e patriarcado. Como se os meninos logo cedo fossem orientados por seus pais que é correto e educado se masturbar em coletivos. Generalizar a culpa é bem proveitoso para a agenda política que estes militantes defendem.

Não é por acaso que estes mesmos grupos tentam desqualificar sites e blogs independentes com o argumento já desgastado de que são “fake news”. Estes grandes portais é que são falsos, abjetos e imorais. Eles é que propagam a mentira, que culpam a vítima e exaltam o agressor. Eles que são cúmplices de toda sorte de atrocidades. Eles bem sabem que é por meio destas atrocidades que poderão obter o controle social que tanto almejam.


Curta O Reacionário no Facebook:

[left-sidebar]
Tecnologia do Blogger.