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A grande mídia se assustou com o discurso de Trump na ONU pois os grandes veículos estão acostumados a trabalhar com a mentira


O discurso de Donald Trump conseguiu causar comoção midiática. Por qual motivo? O discurso pode ser lido aqui, na íntegra (logo abaixo do texto. Como se vê, a mídia se escandalizou. Mas como?? Porque? Alguém nega que o socialismo implantando na Venezuela e Coreia do Norte está em conformidade com o planejado por seus implementadores? Alguém duvida que a força bruta por vezes se faz necessária, principalmente quando se lida com gente sórdida como Nicolas Maduro e Kim Jong Un? Ou que a única posição aceitável para os Estados Unidos é a defesa da democracia quando esta é ameaçada por estes facínoras?

O socialismo de fato não funciona para quem deseja igualdade, liberdade e fraternidade. Mas é uma boa opção para todos os sociopatas e sádicos que desejam obter controle total sobre um povo. Daí não se pode concluir que o socialismo “deu errado” ou que não funciona, já que nós democratas temos uma perspectiva diferente para a questão. Para os que sentem prazer com sangue e choro, para os amantes da escravidão e devotos da barbárie, o socialismo é o regime ideal.

A mídia sabe, seus analistas, articulistas, editores, financiadores e proprietários também. Todos sabem como se tratam estes assuntos. Até porque a verdade se estabelece de maneira violenta. A diferença é que investido no cargo de líder maior do mundo livre, o presidente dos Estados Unidos se vê na obrigação de combater este câncer. Diferente da porca imprensa que faz opção pela apatia, negacionismo e condescendência com o ódio enquanto os inimigos do Ocidente rasgam nossa carne.

Esta mesma mídia agora espalha a versão de que o que deve provocar um conflito é a fala de Trump, não a loucura de Kim. No entendimento destes espíritos de porco, o correto é fazer tudo o que o Supremo Açougueiro da Coreia do Norte quer. Se comportam exatamente com os deploráveis que dizem que a vítima é responsável intelectual pelo estupro sofrido. O monstruoso Kim pode assediar, acuar, espreitar e coagir da maneira que bem entender. Qualquer reação contraria será prontamente repudiada pelos partidários do caos. No fim das contas estes mesmos monstros dirão que “Trump é tão ruim quanto Kim”, mesmo um sendo eleito com mandato de quatro anos por um povo que tem liberdade até para as críticas mais absurdas e o outro um tirano que herdou a posição de carrasco-mor de seu pai a posição que também foi do avô. Tanto sabem que Kim é um pária que admitem seus crimes com a maior desenvoltura quando se trata de elaborar os malabarismos retóricos que o colocam em posição semelhante a Donald Trump.

Ah, e como esquecer de Maduro... O caudilho que governa com o coturno na garganta do Venezuelano é hoje um dos que tentam consolidar sua posição de genocida em um continente que já contou com Sendero Luminoso, Fidel Castro, Che Guevara, Sandinismo, VAR-Palmares, Montoneros, FARCs e tantos outros da mesma laia. Maduro e seu antecessor Hugo Cháves já arrancaram nacos de carne daquele povo, mas para que contratar pagando pouco se você pode ser dono do escravo? Com uma crueldade sem limites, o carniceiro barbariza o que já foi o país mais rico da América do Sul. Por incrível que pareça, Maduro também concorda com nossos analistas da grande mídia. Para ele a reação de Trump também foi desmedida, virulenta e fascista.

Sendo assim, é natural que a imprensa se escandalize. Não são jornalistas, mas sim militantes de extrema-esquerda que irão fazer a corte a qualquer tipo de monstruosidade. Eles apoiaram praticamente todas as violações aos direitos humanos cometidas nos últimos dois séculos, e seguem apoiando qualquer tipo de genocídio. São criaturas medonhas de mentalidade cruel que torcem justamente para o triunfo da selvageria. Se o cenário fosse de incêndio,  estes fanáticos estariam vaiando os bombeiros e a equipe de resgate.

Tendo tudo isso em vista, compreende-se a revolta e o alarido da classe jornalista e dos editoriais ao redor do globo.

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"Sr. secretário-geral, sr. presidente, líderes mundiais e digníssimos delegados: sejam bem-vindos a Nova York. É uma honra profunda estar aqui em minha cidade de residência, como representante do povo americano, para me dirigir à população do mundo.
Enquanto milhões de nossos cidadãos continuam a sofrer os efeitos dos furacões devastadores que fustigaram nosso país, quero começar manifestando minha apreciação a cada líder aqui presente que ofereceu assistência e ajuda. O povo americano é forte e resiliente; ele vai emergir desses flagelos mais resoluto que nunca.
Felizmente, os Estados Unidos estão se saindo muito bem desde o dia da eleição, em 8 de novembro passado. O mercado de ações alcançou um pico histórico -um recorde. O desemprego está no nível mais baixo dos últimos 16 anos, e, graças a nossas reformas regulatória e outras, temos mais pessoas trabalhando nos Estados Unidos hoje do que em qualquer momento passado. As empresas estão voltando ao país, gerando crescimento de empregos como nosso país não via havia muito tempo. E acaba de ser anunciado que vamos gastar quase US$700 bilhões com nossas forças armadas e nosso setor de defesa. Em breve nossas forças armadas estarão mais fortes do que jamais estiveram.
Por mais de 70 anos, em tempos de guerra e de paz, os líderes de nações, movimentos e religiões estiveram diante desta assembleia. Como eles, pretendo falar de algumas das ameaças muito graves que se colocam para nós hoje, mas também do enorme potencial que aguarda para ser deslanchado.
Vivemos em tempos de oportunidades extraordinárias. Avanços na ciência, tecnologia e medicina estão curando doenças e encontrando soluções para problemas que gerações anteriores pensavam que seriam impossíveis de resolver.
Mas cada dia que passa também traz notícias dos perigos crescentes que ameaçam tudo que amamos e valorizamos. Terroristas e extremistas vêm ganhando força e se alastraram para todas as regiões do planeta. Regimes irresponsáveis representados neste organismo não apenas apoiam terroristas, como ameaçam outras nações e suas próprias populações com as armas mais destrutivas que a humanidade conhece.
Autoridades e poderes autoritários procuram derrubar os valores, sistemas e alianças que desde a Segunda Guerra Mundial vêm prevenindo conflitos e empurrando o mundo em direção à liberdade.
Redes criminosas internacionais traficam drogas, armas e pessoas; impõem deslocamentos e migração em massa, ameaçam nossas fronteiras, e novas formas de agressão lançam mão da tecnologia para ameaçar nossos cidadãos.
Para explicar em palavras simples, nos encontramos aqui em um momento ao mesmo tempo imensamente promissor e repleto de perigo grave. Cabe inteiramente a nós ou erguermos o mundo para um novo patamar ou deixar que ele mergulhe no vale da deterioração.
Está em nosso poder, caso assim optemos, tirar milhões de pessoas da pobreza, ajudar nossos cidadãos a realizar seus sonhos e assegurar que novas gerações de crianças sejam criadas livres da violência, do ódio e do medo.
Esta instituição foi fundada no período que se seguiu a duas guerras mundiais, para ajudar a dar forma a esse futuro melhor. Ela foi criada com base na visão de que nações diversas poderiam cooperar para proteger sua soberania, preservar sua segurança e promover sua prosperidade.
Foi no mesmo período, exatamente 70 anos atrás, que os Estados Unidos desenvolveram o Plano Marshall para ajudar a reconstruir a Europa. Esses três belos pilares são os pilares da paz, soberania, segurança e prosperidade.
O Plano Marshall se baseou na ideia nobre de que o mundo inteiro é mais seguro quando as nações são fortes, independentes e livres. Como disse o presidente Truman em sua mensagem ao Congresso, na época: 'Nosso apoio à recuperação europeia está em pleno acordo com nosso apoio às Nações Unidas. O êxito das Nações Unidas depende da força independente de seus membros.'
Para superar os perigos do presente e realizar o potencial do futuro, precisamos começar pela sabedoria do passado. Nosso êxito depende de uma coalizão de nações fortes e independentes que abraçam sua soberania para promover segurança, prosperidade e paz para elas próprias e para o mundo.
Não esperamos que países distintos compartilhem a mesma cultura, as mesmas tradições nem mesmo os mesmos sistemas de governo. Mas esperamos, sim, que todas as nações defendam esses dois deveres soberanos fundamentais: respeitar os interesses de seu próprio povo e respeitar os direitos de todas as outras nações soberanas. Essa é a visão bela desta instituição, e esta é a base da cooperação e do êxito.
Nações soberanas e fortes permitem que países diversos com valores diferentes, culturas distintas e sonhos distintos não apenas coexistam, como trabalhem lado a lado na base do respeito mútuo.
Nações fortes e soberanas deixam seus povos tomar posse do futuro e controlar seu próprio destino. E nações fortes e soberanas permitem que os indivíduos se desenvolvam na plenitude da vida pretendida por Deus.
Nós na América não procuramos impor nosso modo de vida a ninguém, mas sim deixar que ele brilhe como exemplo para todos verem. Esta semana oferece a nosso país uma razão especial para nos orgulharmos desse exemplo. Estamos comemorando o 230º aniversário de nossa amada Constituição, a Constituição mais antiga ainda em vigor no mundo hoje.
Este documento atemporal tem sido a base da paz, prosperidade e liberdade dos americanos e de incontáveis milhões de pessoas pelo mundo afora cujos próprios países se inspiraram em seu respeito pela natureza humana, a dignidade humana e o Estado de direito.
O que a Constituição dos Estados Unidos tem de maior está em suas três primeiras e belas palavras. Elas são: 'Nós, o povo'.
Gerações de americanos se sacrificaram para cumprir a promessa dessas palavras, para realizar a promessa de nosso país e de nossa história grandiosa. Na América, o povo governa, o povo comanda e o povo é soberano. Fui eleito não para assumir o poder, mas para dar poder ao povo americano, seu lugar de direito.
Nas relações externas, estamos renovando esse princípio fundador da soberania. O primeiro dever de nosso governo é com seu próprio povo, com nossos cidadãos: atender às suas necessidades, garantir sua segurança, preservar seus direitos e defender seus valores.
Como presidente dos Estados Unidos, sempre colocarei a América em primeiro lugar, assim como vocês, como líderes de seus países, sempre irão e sempre devem colocar seus próprios países em primeiro lugar.
Todos os líderes responsáveis têm a obrigação de servir a seus próprios cidadãos, e a nação-Estado continua a ser o maior veículo para a elevação da condição humana.
Mas criar uma vida melhor para nosso povo também exige que trabalhemos juntos em estreita harmonia e união para criar um futuro mais seguro e pacífico para todos os povos.
Os Estados Unidos será para sempre um grande amigo do mundo, especialmente de seus aliados. Mas não podemos mais permitir que tirem vantagem de nós, nem podemos participar de acordos desiguais em que os Estados Unidos não recebe nada em troca. Enquanto eu ocupar este cargo, defenderei os interesses da América acima de tudo.
Contudo, ao cumprir nossas obrigações para com nossas próprias nações, também percebemos que é do interesse de todos buscarmos um futuro em que todas as nações possam ser soberanas, prósperas e possam ter segurança.
A América faz mais do que apenas falar em defesa dos valores expressos na Carta das Nações Unidas. Nossos cidadãos pagaram o preço máximo para defender nossa liberdade e a liberdade de muitos países representados neste grande salão. A devoção da América é medida nos campos de batalha onde nossos homens e mulheres jovens combateram e se sacrificaram ao lado de nossos aliados, desde as praias da Europa até os desertos do Oriente Médio e as selvas da Ásia.
É um elogio eterno ao caráter americano o fato de que, mesmo depois de nós e nossos aliados termos emergido vitoriosos da guerra mais sangrenta da história, não procuramos uma ampliação territorial nem tentamos nos opor a outros ou impor nosso modo de vida a eles. Em vez disso, ajudamos a erguer instituições como esta para defender a soberania, segurança e prosperidade para todos.
Para as nações diversas do mundo, esta é a nossa esperança. Desejamos harmonia e amizade, não conflitos e desavenças. Nós nos pautamos pelos resultados, não por ideologias. Temos uma política de realismo pautado por princípios, que tem suas raízes em metas, interesses e valores compartilhados.
Esse realismo nos obriga a enfrentar uma pergunta que se coloca a todos os líderes e os países aqui presentes. É uma pergunta que não podemos evitar, da qual não podemos fugir. Vamos escorregar pelo caminho da complacência, indiferentes aos desafios, ameaças ou até guerras que enfrentamos? Ou temos orgulho e força suficientes para enfrentar esses perigos hoje, para que nossos cidadãos possam desfrutar de paz e prosperidade amanhã?
Se desejamos elevar nossos cidadãos, se sonhamos em receber a aprovação da história, precisamos cumprir nossos deveres soberanos para com o povo que representamos com fidelidade. Precisamos proteger nossas nações, seus interesses e seus futuros. Precisamos rejeitar as ameaças à soberania, desde na Ucrânia até no Mar da China Meridional. Precisamos defender o respeito às leis, o respeito às fronteiras, o respeito pela cultura e os engajamentos pacíficos que estes permitem. E, assim como foi a intenção dos fundadores deste organismo, precisamos trabalhar juntos e enfrentar juntos aqueles que nos ameaçam com caos, turbulência e terror.
O flagelo de nosso planeta hoje é um grupo pequeno de regimes irresponsáveis que violam todos os princípios sobre os quais as Nações Unidas se baseiam. Eles não respeitam nem seus próprios cidadãos, nem os direitos soberanos de seus países.
Se os muitos justos não enfrentarem os poucos perversos, o mal vai triunfar. Quando pessoas e nações decentes viram espectadores da história, as forças da destruição só podem ganhar poder e força.
Ninguém demonstrou mais desprezo por outros países e pelo bem-estar de sua própria população que o depravado regime da Coreia do Norte. Ele é responsável pela morte pela fome de milhões de norte-coreanos e pela prisão, tortura, morte e opressão de incontáveis outros.
Todos fomos testemunhas da violência letal cometida pelo regime quando um inocente estudante universitário americano, Otto Warmbier, foi devolvido à América apenas para morrer poucos dias mais tarde. Nós a vimos com o assassinato do irmão do ditador, cometida em um aeroporto internacional, usando agentes nervosos proibidos. Sabemos que esse regime sequestrou uma doce menina japonesa de 13 anos de uma praia em seu país para escravizá-la e fazê-la de professora de línguas dos espiões da Coreia do Norte.
Se isso já não fosse perverso o bastante, agora a busca insensata da Coreia do Norte por armas nucleares e mísseis balísticos ameaça o mundo inteiro com uma perda impensável de vidas humanas.
É vergonhoso que alguns países se disponham não apenas a comerciar com tal regime, mas se disponham a armar, fornecer e apoiar financeiramente um país que coloca o mundo em risco com a possibilidade de um conflito nuclear. Nenhum país do mundo tem interesse em ver esse bando de criminosos armar-se com armas e mísseis nucleares.
Os Estados Unidos têm grande força e paciência, mas, se formos forçados a defender a nós mesmos ou a nossos aliados, não teremos outra escolha senão destruir a Coreia do Norte completamente. O Homem dos Foguetes se lançou numa missão suicida para ele próprio e seu regime. Os Estados Unidos estão preparados, dispostos e habilitados, mas esperemos que isso não seja necessário. É isso o que fazem as Nações Unidas; é para isso que servem as Nações Unidas. Veremos como elas fazem.
É hora de a Coreia do Norte entender que a desnuclearização é seu único futuro aceitável. Recentemente o Conselho de Segurança das Nações Unidas realizou duas votações, vencidas por unanimidade por 15-0, para a adoção de resoluções rígidas contra a Coreia do Norte, e quero agradecer à China e Rússia por terem se unido ao voto pela imposição de sanções, ao lado de todos os outros membros do Conselho de Segurança. Obrigado a todos por se envolverem.
Mas precisamos fazer muito mais. É hora de todas as nações trabalharem juntas para isolar o regime de Kim até ele cessar seu comportamento hostil.
Enfrentamos essa decisão não apenas na Coreia do Norte. Já passou da hora de as nações do mundo enfrentarem outro regime insensato —um regime que fala abertamente em assassinato em massa, jurando a morte à América, prometendo a destruição de Israel e a ruína de muitos líderes e nações aqui presentes.
O governo iraniano oculta uma ditadura corrupta por trás de uma falsa fachada de democracia. Ele converteu um país rico, dotado de história e cultura férteis, em um Estado irresponsável e economicamente enfraquecido cujos principais produtos de exportação são a violência, o derramamento de sangue e o caos. As vítimas que há mais tempo sofrem os efeitos do que fazem os líderes iranianos são, na realidade, a própria população desse país.
Em vez de fazer uso de seus recursos para melhorar a vida dos iranianos, os lucros petrolíferos do país são usados para financiar o Hezbollah e outros terroristas que matam muçulmanos inocentes e atacam seus vizinhos árabes e israelense pacíficos. Essa riqueza, que pertence por direito à população do Irã, também é usada para escorar a ditadura de Bashar Assad, alimentar a guerra civil no Iêmen e prejudicar a paz em todo o Oriente Médio.
Não podemos permitir que um regime assassino leve adiante essas atividades desestabilizadoras ao mesmo tempo em que constrói mísseis perigosos, e não podemos respeitar um acordo se este dá cobertura à eventual construção de um programa nuclear. (Aplausos) O acordo com o Irã foi uma das piores e mais unilaterais transações já fechadas pelos Estados Unidos. Francamente, esse acordo é motivo de constrangimento para os Estados Unidos, e acho que vocês ainda não tiveram a última notícia a seu respeito, acreditem em mim.
É hora de o mundo inteiro se unir a nós para exigir que o governo iraniano ponha fim à sua busca de morte e destruição. É hora de o regime libertar todos os americanos e cidadãos de outros países que ele detém injustamente. E, sobretudo, o governo iraniano precisa parar de dar apoio a terroristas, começar a atender às demandas de seu próprio povo e respeitar os direitos soberanos de seus vizinhos.
O mundo inteiro entende que o bom povo do Irã quer mudar, e, tirando o imenso poderio militar dos Estados Unidos, o maior medo dos líderes iranianos é o próprio povo desse país. É isso o que leva o regime a limitar o acesso à internet, arrancar antenas parabólicas, disparar contra manifestantes estudantis desarmados e aprisionar reformistas políticos.
Os regimes opressores não podem durar para sempre, e chegará o dia em que o povo iraniano enfrentará uma escolha. Continuar pelo caminho da pobreza, do derramamento de sangue e do terror? Ou o povo iraniano retornará às orgulhosas raízes de sua nação como centro de civilização, cultura e riqueza onde sua população possa voltar a ser feliz e próspera?
O apoio que o regime iraniano dá ao terrorismo forma um contraste marcante com os engajamentos assumidos recentemente por muitos de seus vizinhos para combater o terrorismo e interromper seu financiamento.
Na Arábia Saudita, no início do ano passado, tive a grande honra de discursar para os líderes de mais de 50 países árabes e muçulmanos. Concordamos que todas as nações responsáveis precisamos trabalhar em conjunto para fazer frente aos terroristas e ao extremismo islâmico que os inspira.
Vamos acabar com o terrorismo islâmico porque não podemos permitir que ele dilacere nossa nação ou, na realidade, que dilacere o mundo inteiro.
Precisamos negar aos terroristas um abrigo seguro, passagem, financiamento e qualquer forma de apoio à sua ideologia vil e sinistra. Precisamos expulsá-los de nossas nações. É hora de expor e responsabilizar os países que apoiam e financiam grupos terroristas como Al Qaeda, Hezbollah, Taleban e outros que massacram inocentes.
Os Estados Unidos e nossos aliados estamos trabalhando em conjunto em todo o Oriente Médio para esmagar os terroristas perdedores e não permitir o ressurgimento dos abrigos seguros que eles utilizam para a partir deles lançar ataques contra todos nossos povos.
No mês passado eu anunciei uma nova estratégia para a vitória na luta contra esse mal no Afeganistão. De agora em diante, nossos interesses de segurança, e não marcos arbitrários e cronogramas definidos por políticos, vão ditar o tempo e a abrangência das operações militares.
Também mudei completamente as regras de combate em nossa luta contra o Taleban e outras organizações terroristas. Na Síria e no Iraque, fizemos avanços grandes em direção à derrota duradoura do Estado Islâmico. Na verdade, nosso país realizou mais contra o EI nos últimos oito meses do que fez em muitos, muitos anos somados.
Buscamos a desescalada do conflito sírio e uma solução política que honre a vontade do povo sírio. As ações do regime criminoso de Bashar Assad, incluindo o uso de armas químicas contra seus próprios cidadãos —até mesmo crianças inocentes-chocam a consciência de todas as pessoas de bem. Nenhuma sociedade pode viver em segurança se permitirmos que armas químicas proibidas se alastrem. É por isso que os Estados Unidos realizaram um ataque com mísseis contra a base aérea da qual o ataque foi lançado.
Apreciamos os esforços das agências das Nações Unidas que prestam assistência humanitária vital em áreas libertas do Estado Islâmico e agradecemos especialmente à Jordânia, Turquia e Líbano por acolherem refugiados do conflito sírio.
Os Estados Unidos é uma nação compassiva e já gastou bilhões e bilhões de dólares ajudando a apoiar esse esforço. Buscamos uma abordagem ao reassentamento de refugiados que vise ajudar essas pessoas que receberam tratamento tão terrível e que possibilite seu eventual retorno a seus países de origem, para fazerem parte do processo de reconstrução.
Pelo custo de reassentamento de um refugiado nos Estados Unidos, podemos ajudar mais de dez em sua região de origem. Devido à bondade de nossos corações, oferecemos assistência financeira aos países da região que acolhem refugiados e apoiamos os acordos recentes dos países do G20 que vão procurar acolher refugiados o mais perto possível de seus países de origem. Essa é a abordagem segura, responsável e humanitária.
Os Estados Unidos lidam há décadas com desafios de migração aqui no Hemisfério Ocidental. Aprendemos que, no longo prazo, a migração descontrolada é profundamente injusta tanto para os países que enviam quanto para os que recebem migrantes.
Para os países que enviam migrantes, isso reduz a pressão doméstica para que implementem reformas políticas e econômicas necessárias e os drena do capital humano necessário para motivar e implementar essas reformas.
Para os países que recebem migrantes, os custos substanciais da migração descontrolada oneram sobretudo os cidadãos de baixa renda cujas preocupações frequentemente são ignoradas pela mídia e o governo.
Quero saudar o trabalho das Nações Unidas em procurar resolver os problemas que levam as pessoas a fugir de seus países. As Nações Unidas e a União Africana levaram missões de paz a fazer contribuições de valor inestimável na estabilização de conflitos na África. Os Estados Unidos continuam a liderar o mundo em assistência humanitária, incluindo a prevenção e o alívio de situações de fome generalizada no Sudão do Sul, Somália, norte da Nigéria e Iêmen.
Investimos em saúde e oportunidades melhores em todo o mundo por meio de programas como o Pepfar, que financia o combate à Aids; a Iniciativa do Presidente contra a Malária; a Agenda de Segurança de Saúde Global; o Fundo Global para Acabar com a Escravidão Moderna, e a Iniciativa de Financiamento de Mulheres Empreendedoras, que faz parte de nosso engajamento com o empoderamento de mulheres em todo o planeta.
Também agradecemos (aplausos) —também agradecemos ao secretário-geral por reconhecer que as Nações Unidas precisam se reformar se quiserem ser um parceiro eficaz no combate a ameaças à soberania, segurança e prosperidade. Com frequência excessiva o foco da atenção desta organização tem sido voltado não aos resultados, mas à burocracia e aos procedimentos.
Em alguns casos, Estados que procuram subverter as metas nobres desta instituição sequestraram os próprios sistemas que supostamente devem promovê-los. Por exemplo, é motivo de constrangimento enorme para as Nações Unidas o fato de alguns governos com históricos vergonhosos de direitos humanos fazerem parte do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.
Os Estados Unidos é um entre os 193 países que compõem as Nações Unidas, mas pagamos 22% ou mais do orçamento inteiro da organização. Na realidade, pagamos muito mais do que qualquer um se dá conta. Os Estados Unidos carregam um ônus injusto de custo, mas, para sermos justos, se pudessem realmente alcançar todas suas metas declaradas, especialmente a meta da paz, esse investimento seria plenamente válido.
Grandes partes do mundo estão em conflito, e algumas, na verdade, estão indo para o inferno. Mas as pessoas poderosas aqui presentes, com a orientação e sob os auspícios das Nações Unidas, podem resolver muitos desses problemas graves e complexos.
O povo americano espera que um dia, em breve, as Nações Unidas possam ser um defensor muito mais eficaz e responsável da dignidade e liberdade humana em todo o mundo. Enquanto isso, acreditamos que nenhum país deveria ser obrigado a carregar uma parcela desproporcional do custo militar ou financeiro. As nações do mundo precisam assumir um papel maior na promoção de sociedades seguras e prósperas em suas próprias regiões.
É por isso que, no Hemisfério Ocidental, os Estados Unidos têm se posicionado contra o regime corrupto e desestabilizador de Cuba e abraçado o sonho duradouro do povo cubano de viver em liberdade. Minha administração anunciou recentemente que não levantaremos as sanções impostas ao governo cubano enquanto ele não empreender reformas fundamentais.
Também impusemos sanções duras e cuidadosamente medidas sobre o regime socialista de Maduro na Venezuela, que levou uma nação antes dinâmica e forte à beira do colapso total.
A ditadura socialista de Nicolás Maduro impôs sofrimento e dor terríveis ao bom povo desse país. Esse regime corrupto destruiu uma nação próspera, impondo a ela uma ideologia falida que produziu pobreza e miséria em toda parte onde se tentou segui-la. Para agravar a situação, Maduro desafiou seu próprio povo, roubando o poder de seus representantes eleitos para preservar seu governo desastroso.
A população venezuelana está passando fome, e seu país está desabando. Suas instituições democráticas estão sendo destruídas. Essa situação é completamente inaceitável, e não podemos assistir a ela sem nada fazer.
Como vizinhos e amigos responsáveis, nós e todos os outros temos uma meta. Essa meta é ajudá-los a recuperar sua liberdade, recuperar seu país e restaurar sua democracia. Quero agradecer aos líderes neste recinto por condenarem o regime e darem apoio vital ao povo venezuelano.
Os Estados Unidos demos passos importantes para cobrar responsabilidade do regime. Estamos preparados para adotar outras ações se o governo da Venezuela persistir em seu caminho de imposição de um regime autoritário sobre o povo venezuelano.
Felizmente, temos relacionamentos comerciais incrivelmente fortes e saudáveis com muitos dos países latino-americanos aqui reunidos hoje. Nossos laços econômicos formam uma base crucial para a promoção da paz e prosperidade para todos nossos povos e todos nossos vizinhos.
Peço a todos os países aqui representados hoje que se preparem para fazer mais para fazer frente a esta crise muito real. Pedimos a restauração plena da democracia e das liberdades políticas na Venezuela.
O problema na Venezuela não é que o socialismo tenha sido mal implementado, mas que o socialismo foi fielmente implementado. (Aplausos). Da União Soviética a Cuba e à Venezuela, onde quer que o verdadeiro socialismo ou comunismo tenham sido adotados, geraram sofrimento, devastação e fracasso. Aqueles que pregam os princípios dessas ideologias desacreditadas apenas contribuem para o sofrimento contínuo das pessoas que vivem sob esses sistemas cruéis.
A América está do lado de cada pessoa que vive sob um regime brutal. Nosso respeito pela soberania é também um chamado à ação. Todas as pessoas merecem um governo que se preocupe com sua segurança, seus interesses e seu bem-estar, incluindo sua prosperidade.
Nós, na América, procuramos laços de negócios e comerciais mais fortes com todas as nações de boa vontade, mas esse comércio precisa ser justo e precisa ser recíproco.
Por tempo demais foi dito ao povo americano que acordos comerciais multinacionais gigantescos, tribunais internacionais que não prestam contas a ele e poderosas burocracias globais eram a melhor maneira de promover seu êxito. Mas, enquanto essas promessas fluíam, milhões de empregos desapareceram e milhares de fábricas sumiram. Outros manipularam o sistema e desobedeceram as regras. E nossa grande classe média, no passado a base da prosperidade americana, foi esquecida e deixada para trás. Mas ela já deixou de ser esquecida e nunca mais o será.
A América vai buscar a cooperação e o comércio com outros países, mas estamos renovando nosso compromisso com o primeiro dever de todo o governo: o dever de nossos cidadãos. Esse compromisso é a fonte da força da América e da de todas as nações responsáveis aqui representadas hoje.
Se esta organização quiser ter qualquer esperança de enfrentar com êxito os desafios que temos pela frente, isso vai depender, como disse o presidente Truman cerca de 70 anos atrás, da "força independente de seus membros". Se quisermos abraçar as oportunidades do futuro e superar os perigos presentes juntos, não pode haver nada que substitua as nações fortes, soberanas e independentes —nações enraizadas em sua história e engajadas com seu destino; nações que buscam aliados, e não inimigos a conquistar; e, o mais importante de tudo, nações que abrigam patriotas, homens e mulheres dispostos a sacrificar-se por seus países, por seus concidadãos e por tudo o que existe de melhor no espírito humano.
Ao recordar a grande vitória que levou à fundação desta organização, nunca devemos esquecer que os heróis que combateram o mal também lutaram pelos países que amavam.
O patriotismo levou os poloneses a morrer para salvar a Polônia, levou os franceses a lutar por uma França livre e os britânicos a resistirem com força em defesa do Reino Unido.
Hoje, se não investirmos nós mesmos, nossos corações e nossas mentes em nossas nações, se não construirmos famílias fortes, comunidades seguras e sociedades sadias para nós mesmos, ninguém mais poderá fazê-lo por nós.
Não podemos esperar por outros, por países distantes ou burocratas distantes —não podemos fazer isso. Precisamos resolver nossos próprios problemas, construir nossa própria prosperidade e garantir nosso futuro, senão seremos vulneráveis à decadência, ao domínio e à derrota.
A verdadeira pergunta que se coloca para as Nações Unidas hoje, para as pessoas em todo o mundo que esperam por uma vida melhor para elas próprias e seus filhos, é uma pergunta fundamental: ainda somos patriotas?
Amamos nossas nações o suficiente para proteger sua soberania e assumir a responsabilidade por seu futuro? Nós as reverenciamos o suficiente para defender seus interesses, preservar sua cultura e assegurar um mundo pacífico para seus cidadãos?
Um dos maiores patriotas americanos, John Adams, escreveu que a Revolução Americana "foi realizada antes de a guerra começar. A Revolução aconteceu nas mentes e nos corações das pessoas."
Foi o momento em que a América acordou, quando olhamos em volta e nos demos conta de que éramos uma nação. Nos demos conta de quem éramos, do que valorizávamos e do que daríamos nossa vida para defender. Desde seus primórdios, a história americana é a história do que é possível quando um povo assume a responsabilidade por seu futuro.
Os Estados Unidos da América tem sido uma das maiores forças do bem na história do mundo e uma das maiores defensoras da soberania, segurança e prosperidade para todos.
Lançamos agora um chamado por um grande redespertar das nações, pelo despertar de seus espíritos, seu orgulho, seus povos e seu patriotismo.
A história nos pergunta se temos condições de encarar essa tarefa. Nossa resposta será uma reafirmação da vontade, uma redescoberta da determinação e um renascimento da devoção. Precisamos derrotar os inimigos da humanidade e destravar o potencial da própria vida.
Nossa esperança é uma palavra e um mundo de nações orgulhosas e independentes que abraçam seus deveres, procuram a amizade, respeitam as outras e aderem a causas comuns em defesa do maior interesse compartilhado de todos: um futuro de dignidade e paz para a população desta Terra maravilhosa.
Essa é a verdadeira visão das Nações Unidas, o desejo secular de todos os povos e o anseio mais profundo que vive no interior de cada alma sagrada.
Então que esta seja nossa missão e que seja esta nossa mensagem ao mundo: lutaremos juntos, nos sacrificaremos juntos e ficaremos unidos pela paz, pela liberdade, pela justiça, pela família, pela humanidade e por Deus Todo-Poderoso que criou a todos nós.
Obrigado. Deus os abençoe. Deus abençoe as nações do mundo. E Deus abençoe os Estados Unidos da América. Muito obrigado.




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