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Violinista torturado até ficar surdo e roubo de antas no zoológico para alimentação: o socialismo transforma homens em animais


A sucursal do inferno em que Nicolás Maduro transformou a Venezuela não deixa de nos surpreender. Hoje as principais notícias foram sobre um violinista preso após tocar em protestos contra o ditador bolivariano e sobre o roubo de antas para alimentação

O violinista Wuilly Arteaga se tornou conhecido por executar o hino nacional venezuelano em meio aos protestos, mesmo diante da implacável repressão da Guarda Nacional Bolivariana. Preso, foi torturado e agredido com o próprio instrumento. Não houve processo ou registro da prisão, já que sua libertação se deu da forma mais ilegal possível: foi simplesmente abandonado em uma praça de Caracas. Segundo o ativista Alfredo Romero, ele ainda teve o cabelo queimado com isqueiro e não consegue ouvir do lado direito. "Eles queimaram seu cabelo com um isqueiro, o espancaram muito, e por isso ele não consegue escutar com o ouvido direito". Polícias que atuam dentro da legalidade não prendem ou soltam desta maneira arbitrária, sem registro e sem a garantia dos direitos do preso. Por falar em polícia, há o caso das antas: segundo o El País, a Polícia investiga o roubo desses animais no zoológico em Maracaibo, no estado de Zulia. A polícia acredita que foram roubados para comer. 

O socialismo é isso: de um lado se vê as forças de segurança agindo com assombrosa truculência, enquanto a classe política comandada por um carniceiro e genocida em potencial não é capaz de sentir qualquer empatia ou ao menos remorso pelo sangue derramado ou pelas vítimas da fome. Se viu isso com o ditador Idi Amin Dada, que do alto de sua loucura chegou a comer corações de adversários. Ao também socialista Maduro falta pouco. Ele já fala com pássaros e diz que a falta de papel higiênico é por conta da alta demanda de venezuelanos que, segundo ele, comem muito e por isso defecam em velocidade muito superior a capacidade do mercado em atender suas necessidades de higiene. 

O animalismo acaba se refletindo também nos oprimidos. Pessoas abandonam seus animais por não terem como garantir o próprio alimento, enquanto outros roubam animais de vizinhos para se alimentarem (o que torna a suspeita da polícia bem verossímil). Isso sem mencionar os famintos que já disputam restos cada vez mais escassos com cães e ratos no lixo. Quando se diz na obra de George Orwell que "não se sabe mais onde começa o homem e termina o porco", ele descrevia exatamente o que acontece com tipos como Maduro. Faltou apenas dizer que o mesmo se dá com as vítimas do socialismo: não se pode mais distinguir onde termina o homem e começa a ovelha desesperada no caminho do matadouro. A meta do socialismo é acabar com a humanidade, e é por isso que alguns pervertidos morais como Humberto Costa e Renato Rovai não querem que falemos nisso. 


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