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Um ano do impeachment de Dilma. A melhor coisa que o Brasil fez foi se livrar daquela monstruosa figura


Apesar da complexidade do nosso cenário político, não há dúvida de que o Brasil avançou muito no último ano. Esta certeza fica mais evidente quando nos lembramos quem nos governava. Sim, o impeachment de Dilma Rousseff completa um ano no dia de hoje. E a melhor coisa que o Brasil fez foi se livrar daquela monstruosa figura. 

Dilma Rousseff conseguiu aprofundar a agenda criminosa de seu antecessor Lula, para quem servia de fantoche e capanga. A distinta senhora que tempos atrás militou em grupos de guerrilha de extrema-esquerda deixou o poder afirmando ser vítima de um golpe, sendo que era ela quem desejava aplicar um golpe contra a democracia desde que iniciou sua militância. Só foi conseguir mesmo quando foi eleita presidente por meio do plano criminoso de poder arquitetado pelo infame Luís Inácio. 

Dilma foi uma das piores coisas que já aconteceu ao Brasil, perdendo apenas para o seu antecessor e superando até o ditador Getúlio Vargas em sujeira. Uma figura abominável, que se associou com os piores carniceiros do continente e que usou sua boca suja para diminuir o valor da democracia. Arrogando representar as mulheres e minorias, Dilma caiu praguejando. Afirmou o quanto pode que só estava deixando o poder porque era mulher. Em determinado momento ela e seu séquito chegaram a comparar um estupro coletivo sofrido por uma garota do Rio de Janeiro com o processo de responsabilidade fiscal sofrido por aquela que jamais deveria ter chegado ao poder. 

Se por vezes a direita se equivoca na análise política, isso tem a ver principalmente com o fato de avaliar as perspectivas apenas pelo viés econômico. No caso de Dilma, não podemos celebrar apenas a recuperação econômica que mesmo lenta é factível. Temos que celebrar sobretudo o aspecto moral. Há um ano, tínhamos no poder uma escória que chamava os flagelados venezuelanos de ingratos e os presos políticos de golpistas. Hoje temos apenas um governo que não fala no tom necessário, mas que de maneira alguma chancela os crimes da camarilha de Maduro. 

Os aspectos morais só se tornam secundários quando avaliamos os aspectos práticos: Dilma e Lula tinham Maduro por modelo. Se estivessem no poder ainda, tentariam implementar a mesma lógica desumana por aqui. Passaram treze anos tentando e provavelmente teriam conseguido caso o Brasil se acovardasse diante da ameaça fantasma representada pelo petismo. Seria muito bom que a memória de Dilma houvesse ficado para trás, mas os estragos causados pela terrorista em exercício foram profundos demais para serem apagados. Não é desarrazoado dizer que se o PT levou seis anos para vandalizar o Estado, serão necessários vinte e seis para que o país se recupere. Mas isso são filigranas. O mais importante era ter tirado a pedra do caminho.


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