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Selvageria contra defensores do Escola Sem Partido prova de uma vez por todas que extrema-esquerda é tão fascista quanto aqueles que ela finge repudiar


Notícia do Jornalivre

Extrema-esquerda promove baderna e agride defensores do Escola Sem Partido em Curitiba
Como já havia sido noticiado nas últimas semanas, hoje (15) ocorrem manifestações em todo o país em prol do projeto de lei Escola Sem Partido, cuja finalidade é criar um precedente legislativo que iniba a doutrinação político-partidária em salas de aula em todo o país.O Movimento Brasil Livre foi um dos principais organizadores do evento, que tem como principal finalidade pressionar as câmaras de vereadores do país a discutirem esta pauta. No entanto, extremistas de esquerda se organizaram para atrapalhar as manifestações e intimidar – até mesmo agredir fisicamente – os participantes do evento. Em Curitiba a coisa ficou mais ou menos assim (slide no final do texto). 
Embora o MBL tenha ajudado a organizar e divulgar o evento, a maioria dos participantes são pais e mães de alunos preocupados com a doutrinação escolar. O projeto Escola Sem Partido tem amplo respaldo na sociedade civil, e ao atacarem os defensores do projeto os extremistas atacaram a população como um todo.


Algumas considerações: 

Não se trata mais de negar ou não a doutrinação em ambiente escolar. Todos os atores envolvidos no debate sabem que existe não só a doutrinação ideológica, como também reconhecem a hegemonia da extrema-esquerda nesta prática nefasta. Tanto sabem que se indignaram na semana passada com a escola pública administrada por policiais militares que fez um vídeo pró-Bolsonaro. É aí que reside a questão: quem é contra o Escola Sem Partido defende a doutrinação socialista, assim como o uso da máquina pública para fustigar os adversários. A lei é usada não para fazer justiça, mas para perseguir opositores. No caso em tela, o MPF deve punir quem usa o ambiente para promover o apoio ao Bolsonaro. Quem promove Lula, Fidel, Maduro e Che conta com a solidariedade por supostamente ser mais cidadão que outros. 

Isto tem nome: fascismo. Por estes dias não se falou em outra coisa que não o episódio de Charlottesville, até se criando a pantomima que antes de Donald Trump não havia ódio racial ou movimentos neonazistas nos Estados Unidos. Outros já argumentaram que a extrema-esquerda luta pelo bem. Mas Charlottesvile é outro assunto. O caso aqui é que temos um grupo radical que usa a máquina pública para se impor contra a democracia e contra os direitos humanos, e que não satisfeitos, atacam opositores nas ruas com a máxima violência possível. Não precisa ir longe para saber que são os mesmos que fingem indignação com o que aconteceu na Virgínia. Não é preciso ser nenhum Sherlock para ver que são os mesmos que dizem lutar “contra o golpe e pela democracia” enquanto apóiam Nicolás Maduro. Está tudo as claras. Estes que hoje atacaram os defensores do Escola Sem Partido querem comandar o Estado para pressionarem seus coturnos contra a garganta de cada cidadão. Por mais que se diga o contrário, eles são tão fascistas quanto aqueles asquerosos que saíram desfilando com a suástica na Virgínia. E tão indigentes morais quanto os radicais que contra eles se chocaram em nome do socialismo marxista, Black Lives Matter e outros grupelhos. Todos são fascistas, com a diferença que alguns contam com apoio em redações de jornais, com professores militantes e outros contadores de história espalhados pela sociedade que são especialistas em transformarem monstros em anjos aos olhos de quem não está ciente deste jogo.



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