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Paola Carosella apenas deu uma de sonsa ao utilizar narrativa petista contra Moro


A chefe Paola Carosella atacou o juiz Sérgio Moro no Twitter, para depois tergiversar. Tergiversou após ser questionada. Talvez a confusão em torno de sua mensagem tenha colocado Paola em uma saia justa, mas o prejuízo foi bem menor do que se ela houvesse sido desmascarada de imediato. Daí ficou fácil se esconder entre meias palavras, sentenças vazias e ar etéreo de quem supostamente se atrapalhou com a retórica.

Sim, a moça terminou a confusão como uma argentina bisbilhoteira se metendo em assuntos do Brasil, ou como uma chefe de cozinha opinando sobre o que não entende. Não é disso que se trata. Paola é uma mulher sofisticada, bem informada e que sabe muito bem do que se passa em nossa sociedade. Aliás, reside no Brasil há anos. Tempo o suficiente para falar com propriedade sobre nossa política. Se ela acusou Sérgio Moro de prevaricação, o fez de maneira completamente premeditada.

Paola utilizou contra Moro a mesma narrativa petista, fingindo não saber que o juiz da primeira instância federal não tem competência para punir figurões como Aécio Neves, Romero Jucá e tantos outros. Ela também sabe que ele não é parcial justamente por conta da pesada punição imposta a Eduardo Cunha. E que mesmo o fato de ser mais rígido com uns e outros não invalidaria a essência das acusações, já que o Partido dos Trabalhadores é a organização criminosa que operou um plano criminoso de poder alimentado por meio do saque aos cofres públicos. Sim, existem sérias distinções entre uma coisa e outra.

Mas Paola acusou Moro de ser parcial, “de não punir todos os envolvidos em corrupção”. Para acreditar na inocência de suas palavras seria necessário acreditar em unicórnios. Paola sequer é adversária da corrupção, já que apóia partidos corruptos e de inspiração totalitária. Se há alguém que faz da lei um instrumento de perseguição ideológica, este alguém é Paola Carosella. É ela quem exige maior rigor com os adversários do petismo do que com os chefes da quadrilha.

Para quem chegou até persistindo na tese da ingênua cozinheira equivocada, fica a lembrança de uma tentativa de "lacrada" contra o corte de ponto dos grevistas. Tratamos do assunto no blog. Naquele dia ela foi hábil o suficiente para pesquisar sobre a lei que garante o direito a greve, mas fingiu não usar o mesmo recurso para saber se os empregadores (incluindo órgãos públicos) podem ou não cortar o ponto de grevistas.


A moça aqui usa justamente a estratégia do "fingir-se de morto" para sobreviver. Da outra vez se esquivou afirmando que não conhecia a legislação brasileira (apenas a parte que reforça a sua narrativa). Agora se dá o mesmo. Enquanto alguns aceitam suas escusas, ela produz material para produzir material para veículos sujos como Catraca Livre, Brasil 247, Diário do Centro do Mundo e equivalentes.

O fato é que a moça é militante de extrema-esquerda, como deixam claro seus posicionamentos nas redes sociais. Não se verão críticas contra os Kirchners, contra Fidel, Maduro et caterva. Nem contra Lula, Dilma ou pelegos do bolivarianismo. A crítica da chefe fascista vem no sentido de criminalizar a democracia, regime em que mesmo os poderosos como Lula são obrigados a se curvarem ao império da lei. Paola não quer isso, já que nos regimes socialistas a Justiça é apenas arma de coerção contra opositores. Nestes tempos em que os crimes de Maduro estampam os jornais diariamente, seria de se esperar que a chefe engajada fizesse alguma crítica contra o governo de Caracas. Mas ela não faz, já que ele atende aos requisitos de crueldade defendidos pela moça. O caso aqui é que Paola usa da cara de sonsa para pregar seu ódio. Tal como a cínica Capitu, ela também sabe ser oblíqua e dissimulada. 

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