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O teatro de Jean Wyllys: o sujeito que já fez cosplay de Che Guevara finge repudiar Maduro enquanto segue apoiando Cuba


Sempre disse neste blog o quanto o deputado federal Jean Wyllys é uma figura ardilosa, e o quão fascista são seus métodos. 

É uma quimera macabra, que mistura ao mesmo tempo a truculência de um tonton macouté com a suposta delicadeza e lirismo fingido dos progressistas. Fala o tempo todo em amor enquanto de sua boca sai apenas ódio. Mas sempre reconheci: o sujeito é tão inteligente quanto pestilento. A última pantomima do sujeito é simular repúdio ao protoditador Nicolas Maduro. 

Alguns por aí estão caindo na farsa do Jeanzinho Paz e Amor. Do Jean que não aceita a decisão do partido em apoiar Maduro. Como se isto fosse possível. 

Vamos conceder ao psolento o benefício da dúvida, o que requer o seguinte exercício mental: se de fato ele está indignado, deveria deixar o PSOL. Não se pode permanecer em um partido que apóia um genocida, certo? 

A mesma lógica pressupõe que talvez ele tenha abandonado suas posições mais radicais. É possível, temos vários exemplos. Como indivíduos que pegaram em armas durante o Regime Militar e que hoje confessam que pretendiam apenas instaurar uma ditadura do proletariado, que aquilo nunca foi uma luta pela democracia. 

Ou seja: Jean teria nas mãos a oportunidade de ouro de aproveitar esta suposta divergência para renegar seu passado de extremista, se desculpar pela foto fantasiado de Che Guevara (disse até que o genocida era um macho viril) e pela cusparada em Jair Bolsonaro e sair do Partido do Socialismo Liberdade (também conhecido como Extremismo Ri Happy). Este também é o momento propício para abrir mão do apoio que dá ao regime ditatorial cubano. Jean deve pedir desculpas ao povo brasileiro por ter defendido aqueles carniceiros que comandam uma ilha de horrores. Se o fizer, aí poderemos acreditar na candura e inocência de suas intenções e aceitar que o repúdio a Maduro é legítimo. Do contrário fica esta certeza de que o deputado anda plantando fatos para se descolar de uma ditadura que está nos jornais. É fácil dizer que se indigna com Maduro enquanto apóia Cuba, aquela que também é adorada pelos jornalistas militantes e que é tratada como um país excepcional por parte de críticos supostamente isentos. 

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