Ads Top

O ruminante Alex Solnik ressurge do esgoto para responsabilizar MBL e Escola Sem Partido por agressão contra professora


A extrema-esquerda nunca se cansa de retirar argumentos do lixo, de fabricar factóides e de fazer literalmente o diabo contra seus adversários. Prova disso é o ex-jornalista Alex Solnik, que atualmente faz ponto como colunista do Brasil 247 (daquele jornalista dos dedos sujos Leonardo Attuch, que por sua vez foi menino de Daniel Dantas e Naji Nahas). Pois bem: Alex Solnik quis transformar as agressões contra a professora Márcia Friggi em bandeira política para a extrema-esquerda. Diante da inviabilidade de afirmar que seus camaradas lutam contra a barbárie (sendo que são seus propagandistas mais fieis), Solnik decidiu usar a ideologia da professora para defecar um texto onde afirma sem qualquer vergonha que a agressão foi motivada por ideologia. Mais: a culpa seria do Escola sem Partido e do Movimento Brasil Livre.

Leiam a peça. Parece o samba do criolo doido, mas é só uma tentativa de assassinato de reputações muito mal arranjada.

Soco na professora mostra que MBL é o embrião da Juventude Nazista

Não podemos ser condescendentes com o MBL nem deixar de dizer o que ele é.
O objetivo dos seus integrantes não é apenas ganhar muito dinheiro defendendo e atacando políticos nas redes sociais em todo o país, tais como Aécio Neves, João Dória e Bolsonaro, mas também disseminar uma ideologia de extrema-direita entre a juventude desinformada do nosso país, associando-a ao conceito de liberdade, daí o nome Movimento Brasil Livre. Não por acaso rola a estupidez nas redes de que o nazismo é de esquerda.
Adivinhem quem está martelando isso.
A primeira consequência de seu proselitismo que começou em 2013 foi o soco desferido por um aluno de 15 anos, em sala de aula de uma escola pública de Indaial, Santa Catarina, na professora Marcia Friggi.
O soco aconteceu porque ela defende ideias de esquerda.
O aluno reagiu como reage um extremista de direita: com violência e não com argumentos.
Poderia ser com um revólver ou apenas com sua força física.
O episódio ilustra o que está provocando essa campanha insólita e medieval chamada "Escola sem partido" cujo intuito é arrancar do currículo o estudo de correntes filosóficas fundamentais, como o marxismo, por exemplo - e principal bandeira do MBL.
A exposição do rosto ensanguentado da professora não comoveu nem ao ministro da Educação e muito menos ao presidente da República tampões.
Nenhum deles tocou no assunto.
Supõe-se que ou acharam o episódio irrelevante ou deram razão ao aluno e se envergonham de dizer em público.
A Juventude Nazista nasceu como movimento voluntário, mas depois Hitler o tornou obrigatório desde os 6 anos de idade e os pais que se negassem a inscrever os filhos ou perdiam a sua guarda ou eram presos.
Fazia parte do treinamento semi-militar – obrigatório para meninos e meninas – durante a ocupação alemã da Rússia, crianças nazistas serem estimuladas a bater e torturar crianças russas – comunistas, portanto.
Naquela época ninguém sabia o que era o nazismo, o que ajudou a popularizar a mentira de que ele seria a salvação da Alemanha, que vivia uma grave crise econômica e a população procurava um salvador.
Agora que sabemos o que o nazismo foi, causam perplexidade, revolta e desassombro declarações como a de hoje, do senador e atual presidente do PSDB, Tasso Jereissati, de que o PSDB "recebe de braços abertos o MBL".
Eu gostaria muito de saber o que o sociólogo Fernando Henrique Cardoso achou dessa declaração.
Talvez sua opinião seja impublicável.


Bom, o que se pode dizer de Solnik? O sujeito é um estelionatário imoral, um fraudador da história. Mas um fraudador tão incompetente que não é capaz sequer em estabelecer uma ligação causal ou um roteiro factível. Daí acaba por cometer uma tese que soa ainda pior que a mais absurda fanfic de esquerda. Não é preciso de muito para desmascarar este trapo humano, basta mencionar alguns pontos elementares que sua porca estória não explicar. O principal deles é o fato de que o aluno agressor estudou com ao menos uma professora doutrinadora (a própria Márcia Friggi) e que agrediu por indisciplina e não por causas políticas (como a própria vítima deixou claro). Sim, sabemos que a extrema-esquerda não costuma se importar com a verdade e que esclarecer os fatos não é o suficiente. Mas no caso de Alex Solnik é tudo muito sofrível, já que ele e incapaz de elaborar uma farsa minimamente convincente.

Não é a primeira vez que Solnik recorre a este tipo de expediente. Muitos devem se lembrar de que o mesmo participou de uma entrevista com o roqueiro Lobão no Roda Viva onde afirmou sem rodeios que ““Black Blocs são de direita, porque usam máscaras”. Relembre este episódio aqui.

Bom, este é Alex Solnik. Um estúpido a quem sobra mau-caratismo e falta o mínimo de inteligência. Como militante de extrema-esquerda e lacaio do petismo que é, Solnik deveria saber que Lula só chegou onde esteve por conta de sua inteligência acima da média (e pela sociopatia, tanto a própria quanto de seus seguidores). Tanto o petismo quanto o regime bolchevique que tanto violentou a Ucrânia (terra natal de Solnik) foram frutos de mentes engenhosas. Não vieram de mentalidades abissais repletas de lodo e ar. Se Solnik fosse ganhar a vida como roteirista, provavelmente iria colecionar Framboesas de Ouro de tão ruim que são seus enredos. Que alguém avise a este triste senhor que como fabricante de narrativas ele é um excelente puxador de carroça.


  Curta o Reacionário no Facebook:[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.