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O caso Eletrobras prova que privatizar é o melhor remédio para a economia e para o combate a corrupção


A maior notícia do dia foi o Ministério de Minas e Energia anunciando a privatização da Eletrobras, um paquiderme responsável por R$ 23 bilhões em dívidas no último trimestre mesmo de posse de 32% da geração de energia e 47% das linhas de transmissão no Brasil. Agora quem não gostou foi a extrema-esquerda. O anúncio fez a Bolsa de Valores de São Paulo alcançar o maior patamar desde 2011, ultrapassando os 70.000 pontos. E ainda há quem diga que este governo é igual ao anterior...

Como já era de se esperar, os monstros morais estão retirando do baú seu acervo de mentiras. De que o governo quer vandalizar o setor elétrico, que a proteção do setor se dá pela condução do Estado, que o governo entreguista pretende entregar os bens nacionais a troco de nada... O único argumento novo é de que este governo não tem legitimidade sequer para levantar este debate.

Mas o fato é que as privatizações representam a melhor saída para a economia e para o combate a corrupção. Na área econômica, os movimentos da Bolsa de Valores já provam seu mérito. Um país que abre mão de empresas está reconhecendo publicamente que não é função do Estado conduzir negócios e que o melhor que pode ser feito pelo governo é se desfazer de estruturas deficitárias para quem sabe de fato administrar e empreender. Também mostra maturidade por parte do grupo político que compõe o governo, avançando para a modernidade.

Ah, o combate a corrupção é a parte mais simples: a corrupção se torna mais difícil em um Estado enxuto. A influência do governo e a possibilidade de negociatas em troca de cargos é inviabilizada sempre que uma estatal é privatizada. Embora grupos privados se envolvam em corrupção, o fato é que isso se dá sempre na esteira do estatismo e do desenvolvimentismo. Os prejuízos também não são socializados com o país, como é o caso das estatais em atividade. Estas organizações também não servem como palanque para a demagogia de estelionatários como Dilma Rousseff, que praticamente quebrou o setor ao promover aquela série de descontos antes das eleições de 2014.

De quebra, o país consegue obter um ganho muito maior do que o simples desenvolvimento e liberdade econômica, maior ainda que a obstrução dos canais da corrupção: a consolidação da democracia. Um estado enxuto se dedica a suas funções básicas ao deixar de se meter nos diversos negócios. E também inviabiliza planos totalitários como os que foram tocados pelo Partido dos Trabalhadores, aquele que pretendia instaurar um Reich de Mil anos nestes tristes trópicos utilizando empresas estatais como caixa para suas estripulias bolivarianas. Diante deste anúncio por parte do governo Temer, a única reação que nos cabe é dizer: "Tem que manter isso aí, viu?"


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