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Confrontado pela Justiça, MST reivindica para si o direito de operar o Instituto Federal Catarinense como se fosse sua propriedade



Mais um caso de aparelhamento do ensino por doutrinadores ideológicos vira manchete, reforçando o papel do projeto Escola Sem Partido. Desta vez foi em Santa Catarina, no município de Abelardo Luz. Para quem não acompanhou o caso, o campus do Instituto Federal Catarinense localizado no município do oeste catarinense havia se tornado feudo do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. A notícia é do RBJ:

A Justiça Federal, através da 1ª Vara de Chapecó, determinou liminarmente o afastamento de funções públicas de professores e reitora do Instituto Federal Catarinense, Campus de Abelardo Luz, na região Oeste do Estado.  A medida, conforme decisão, visa averiguar e cessar a intervenção do Movimento Sem Terra(MST) nas atividades da instituição educacional. A decisão ocorreu a partir de requisição do Ministério Público Federal(MPF).
Além do afastamento, o MPF requereu a busca e apreensão de computadores pessoais, smartphones, quebra de sigilo telemático com gravação de e-mails funcionais enviados e recebidos pelos servidores, no período de janeiro de 2015 até a data do cumprimento da decisão.
Narra  que foi instaurado procedimento para averiguar representações de que o Campus local estaria sendo controlado por membros do Movimento Sem Terra(MST) e que todas as decisões seriam tomadas por suas  lideranças; a  intensa imposição de ideologia política dentro do Instituto, inclusive com a elaboração de documentos pedagógicos. Além disso, os  professores estariam sofrendo assédio e perseguição ideológica quanto aos conteúdos ministrados em sala de aula.
Outra denúncia é que foi criado um curso de Pedagogia com o intuito de inserir membros do movimento social como professores, mesmo com candidatos aprovados em concurso anterior, ainda vigente, e aguardando nomeação. Relato do MPF que os integrantes do MST e a direção local do Instituto, reiteram que o Campus Avançado de Abelardo Luz  seria uma conquista do movimento. Conforme o Judiciário, faz-se necessária a tutela para inibir novas ilicitudes.

O absurdo, é claro, não para por aí. O MST não só reconheceu a ocorrência de doutrinação e aparelhamento, como reivindicou para si o direito de operar o campus do IFC como seu aparelho. Leia o trecho da nota publicado pelo Jornal GGN, de Luís Nassif (aquele):

É mais um absurdo e clara perseguição política, o Campus Abelardo Luz é uma conquista do MST e de outros movimentos campesinos da região, a perseguição e a ameaça feita aos companheiros é mais um caso de perseguição e criminalização de movimentos sociais! É mais um caso de escola sem partido que não teve aprovação, mas está cada dia mais vigente nas escolas públicas como um todo, também no Instituto Federal.

A situação é esdrúxula. Houve tempos em que este tipo de abominação acontecia de forma velada, disfarçada. Os estelionatários do passado se diziam educadores humanistas isentos. Agora vemos o MST reivindicando para si o direito de tomar um naco da educação estatal para aumentar sua fábrica de zumbis. 
Não é preciso dizer que o MST não tem qualquer direito sobre o campus, e que todas as práticas ali são ilegais. O mérito que deve ser analisado é outro muito mais grave: é razoável que um grupelho que pratica o banditismo e venera figuras como Fidel Castro, Hugo Chávez e Nicolas Maduro seja financiado com recursos públicos? É aceitável que um estado que se pretende democrático financie um grupo que venera as violações aos direitos humanos como política de governo e instrumento político? Que tipo de educação cidadã virá de um conteúdo elaborado por um grupo que simplesmente despreza a democracia, e cuja cor é inspirada no sangue e no ódio?
Não é aceitável que as autoridades permitam algo assim. É monstruoso ver jovens submetidos a autoridade moral de quem sofre de psicopatia. Mais grave ainda é manter a indecência do financiamento público para aspirantes a terroristas e torturadores. O MST é uma quadrilha, um braço armado do petismo, uma versão caipira da família Manson, a versão latina da Igreja dos Povos de Jim Jones. É algo terrível demais até para existir enquanto organização civil, mais terrível ainda é vê-los instrumentalizando a educação pública para seus fins políticos.

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