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Inspirado em Gleisi, Fátima e Vanessa, o Revolucionário do Gás Hélio faz em São Paulo o que Maduro faz na Venezuela


As cenas dantescas que acontecem na Câmara Municipal de São Paulo deveriam deixar qualquer um temeroso sobre o futuro do país. Munidos de bandeiras totalitárias e intenções obscurantistas, militantes jovens alinhados com a extrema-esquerda ocupam o plenário e exigem que a gestão municipal deixe de lado o programa de privatizações. Porque eles querem. Alegam, é claro, que as medidas devem ser antes aprovadas em plebiscitos por se tratar de bens públicos. Mentira, o que querem é justamente rasgar os votos de quem elegeu João Doria prefeito de São Paulo. 

João Doria deixou bem claro em sua campanha que pretendia privatizar o que fosse possível em São Paulo. Também ficou claro para o eleitor que a intenção era enxugar a máquina pública. Tudo isso foi feito, e contrario por demais a escória que hoje ocupa a Câmara. A primeira contrariedade vem do fato de que foram derrotados nas urnas, já que Luiza Erundina e Fernando Haddad perderam logo no primeiro turno. Segundo porque a atual gestão diminuiu as possibilidades de sobrevivência para estes militantes. A máquina pública paquidérmica está para a extrema-esquerda assim como Gaia estava para Anteu na mitologia grega. É do estado inchado e ineficiente que eles se alimentam. Daí a revolta. 

A desculpa de agora é que querem consultar a população. Dizem isso ao mesmo tempo em que ouvimos o tirano Nicolas Maduro convocar sua tropa de sabujos na farsa da Assembleia Constituinte. Tanto lá como cá, o que eles querem é controle. Controle e sangue. Para executar sua ação, se inspiram na performance das bolivarianas tupiniquins Gleisi Hoffmann, Fátima Bezerra e Vanessa Grazziotin. Impedem os trabalhos legislativos na porrada, algo que não ousado sequer no regime militar. 

A tropa tem maestro: é conduzida por Emerson Catatau, o marmanjo de vinte e dois anos que grita em plenos pulmões ser representante dos secundaristas. Convém perguntar qual legitimidade tem um representante da União Estadual dos Estudantes que sequer estuda. Aliás, qual é a legitimidade de um representante de secundaristas que já está em idade universitária? Se perguntarem aos estudantes sobre quem é Emerson Catatau, ele certamente será lembrado mais pela voz de gás hélio do que pelo cargo que ocupa. O invasor profissional diz que não vai parar, fingindo ignorar que a única sáida contra as privatizações se dá no plenário onde a extrema-esquerda tem minoria. Por não conseguir das formas legais, ele parte para as ilegais com a maior desenvoltura. Seria bom que colocassem logo um fim ao teatro do ilustre membro da União da Juventude Socialista. 



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