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Extrema-esquerda quis arreganhar os dentes contra João Doria. Só jogaram ovos pois não conseguiram jogar balas


Este episódio dos ovos atirados contra o prefeito João Doria em Salvador foi uma das maiores apostas da extrema-esquerda. Jogada fria de quem não faz nada em que possa perder. Imaginaram que muitos não esquerdistas apoiariam a ação por birra, que o caso criasse constrangimento ao novato na política, que se reafirmasse a ideia de que o Nordeste brasileiro tem dono (o PT, é claro). As reações da seita na internet foram claríssimas: não se trata de ovos, mas sim de uma alternativa para quem não pode disparar balas contra quem ameaça seu domínio. Nos pouparam o trabalho de ter que divulgar este fato.

Mas há alguns detalhes aqui: quando uma aposta é alta demais, os riscos assumidos são maiores. A extrema-esquerda se queimou exatamente aí. No decorrer dos debates, Lula acusou o tucano de ser “privatista”. Alckmin tremeu, e tratou de vestir um macacão com os símbolos das diversas estatais brasileiras para mostrar que amava estas empresas e que não iria tocar nelas. Outro que arregou para a extrema-esquerda foi o senador José Serra. Atingido por uma bolinha de papel durante a campanha presidencial em 2010, apostou em propostas socialistas como turbinar o Bolsa Família e aumentar o salário mínimo na canetada. Dilma venceu, como bem sabemos.

Para ilustrar com não tucanos, vamos lembrar das tantas agressões que estes Tonton Macoute já praticaram contra Jair Bolsonaro. Já jogaram glitter, já o impediram de palestrar em universidades e até já o cuspiram dentro do Parlamento, violência sem precedentes na história da República. Uma deputada devota de assassinos e defensora de estupradores já o acusou de ser estuprador diante das câmeras da RedeTV para depois acusá-lo de incitação ao estupro por uma frase torta. Em primeiro lugar, se ele fosse de fato estuprador estaria era sendo defendido pela pestilenta petista. Segundo que se ele reagisse de maneira mais firme e dura contra esta escória, desencorajaria outros a atravessarem a rua para passar a mão em sua bunda.

O caso é que a extrema-esquerda tentou passar um recado por meio de uma aposta alta. Caso Doria arregasse e se escondesse, se pedisse desculpas, se tomasse para si o papel que a extrema-esquerda quer, teria sido morto no ninho. Ao que parece, o prefeito aproveitou o fato de ter sido empurrado para a direita pela narrativa petista. Resolveu esmurrar a extrema-esquerda lembrando coisas óbvias como o apoio que emprestam a carniceiros como Nicolas Maduro. Conseguiu incendiar um auditório com uma fala que ficaria muito bem colocada na boca do grande Carlos Lacerda.



Para nós que lembramos diariamente que o petismo gostaria de ter feito aqui o mesmo que os bolivarianos estão fazendo do outro lado da fronteira norte, estamos chovendo no molhado. Mas tem funcionado muito nestes dias em que os crimes do ditador estão no noticiário e nos portais da internet. Para nós que lidamos com a política em defesa da democracia, há a certeza consolidada de que o petismo representa o que há de pior no mundo: a psicopatia em forma de ideologia, a degeneração completa da moral e o ódio como guia. Mas aos comuns estas e outras coisas passavam despercebidas. Doria aproveitou a oportunidade para lembrar quem são os petistas e quais são seus fetiches mais inconfessáveis. Isso porque nem comentou que o ídolo que eles trazem estampado em camisetas era acometido de ereções quando sentia cheiro de sangue e pólvora em suas sessões de fuzilamento. Aí é que reside a fraqueza da extrema-esquerda, na exposição da verdade e de suas taras. A tendência é que eles fiquem mais revoltados, ajudando o cidadão horrorizado a identificar quem são os monstros golpistas e onde habitam. 

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