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Discurso repleto de ódio por parte de professora agredida é tão perigoso quanto a violência da qual ela foi vítima



Não dá: temos que falar sobre o discurso de Márcia Friggi, a professora agredida por um aluno em sala de aula no município de Indaial, Santa Catarina. Em primeiro lugar, ouçam a entrevista que a professora concedeu a Rádio Gaúcha. Comento na sequencia. 



Temos alguns fatos aqui: a mulher sofreu uma violência absurda. Não há que se defender a agressão contra a cidadã Marcia Friggi por ela ser de extrema-esquerda, já que bárbaros nem sempre escolhem suas vítimas por convicções ideológicas. A indisciplina em sala de aula se tornou um problema crônico no Brasil, estimulada sobretudo pela impunidade de menores criminosos protegidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e por uma intrincada rede de radicais de esquerda que acreditam que a selvageria deve ser protegida por lei. 

Por acaso a vítima foi também uma extremista de esquerda, que de uma hora para outra contou com a pronta solidariedade de vários setores da sociedade. Muito se disse que era hora de deixar questões ideológicas de lado para amparar esta vítima. Mas o que fazer quando a vítima segue defendendo a barbárie? Suas declarações públicas falam por si. A mulher é uma agressora em potencial, que durante seus doze anos de magistério provavelmente incutiu valores extremistas na mente dos alunos que passaram por suas salas. Atenção para a rispidez quando desmascarada: ela realmente acredita "no ódio enquanto sentimento revolucionário", na violência como arma política. Desmascarada, ela utiliza um recurso retórico cada vez mais comum entre a extrema-esquerda: ela rotula o jornalista de "neo-nazista". Márcia deixa claro que é partidária da “Escola Com Partido”, utilizada como fábrica de militantes e agentes do caos. Não é desarrazoado dizer que o menor que a agrediu foi fruto das fábricas que ela defende. 

E porque não falar da entrevista? Notem o tom da mulher: ódio bruto e uma frieza assustadora, que torna seu discurso tão perigoso quanto a violência por ela sofrida. Imaginem esta mulher ensinando a crianças e adolescentes que o uso da violência é válido para destruir os adversários da extrema-esquerda. Imaginem Márcia defendendo os regimes carniceiros de Nicolás Maduro, Fidel Castro e Stalin. Ou repetindo o discurso fascista de Brecht de que os não comunistas merecem “um bom paredão, uma boa bala atirada por um bom fuzil e uma boa cova cavada por uma boa pá”?

Está muito claro o que o discurso perigoso e pestilento de Márcia Friggi representa. Ocorre que as eventuais vítimas da doutrinação que ela representa não terão na mídia o mesmo espaço que ela teve para denunciar as agressões sofridas. O caso reforça duas necessidades urgentes: a luta pelo programa Escola Sem Partido e a necessidade de nos insurgirmos contra o discurso de ódio de uma extrema-esquerda cada vez mais radicalizada, que começa até a resgatar práticas similares ao Baader-Meinhof enquanto celebram o fato de Maduro ter transformado a Venezuela em um matadouro humano. Não podemos tergiversar com quem faz odes explícitas ao ódio, a cólera e a selvageria, a quem pretende usar o caos como escada. Estes molestadores ideológicos são perniciosos, e não devem ser tolerados nem mais por um instante. 


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