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Ao questionar colégio que fez vídeo pró-Bolsonaro, Nagib implodiu os principais argumentos da extrema-esquerda contra o Escola Sem Partido




Ontem este vídeo gravado em um colégio militar do Amazonas repercutiu de maneira bastante negativa para os apoiadores da neutralidade do Estado diante de questões ideológicas. O vídeo mostra uma turma da Escola Estadual Waldocke Frike de Lyra cantando em prol do deputado federal Jair Bolsonaro, pré-candidato a presidência da República em 2018. O parlamentar foi convidado para ser paraninfo da turma que se forma neste ano. O problema do vídeo é que foi gravado dentro das dependências do colégio e sob a supervisão de policiais militares que incitam o coro. O episódio foi prontamente repudiado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e entidades de Direitos Humanos. A escola é subordinada ao Comando Geral da Polícia Militar do Amazonas, que determinou ao Diretoria de Justiça e Disciplina abra inquérito para investigar o episódio. Questionado sobre o episódio, o líder do movimento Escola Sem Partido repudiou o ato: “Achei o episódio escandaloso. É um caso de partidarização de uma escola pública. Aqueles alunos não estão sozinhos, estão na frente de um monitor, um tutor.” 

Miguel Nagib confirmou aqui a mesma postura defendida em várias ocasiões, como na entrevista concedida ao programa “The Noite” de Danilo Gentili. O programa não se trata de defender escola de Direita ou obstruir a liberdade de expressão. Tanto que a impostura demonstrada no vídeo não se dá pelo convite da turma ao deputado, mas sim pelo fato de contar com a participação de quem não pode misturar militância política com o exercício do serviço público. É evidente que os PMs não poderiam tomar parte no vídeo, que sequer deveria ter sido gravado nas dependências da escola. Se o convite ao deputado foi espontâneo ou não, a participação dos PMs no vídeo coloca a desconfiança. Sugere coerção, indução ou manipulação. Não restou a Nagib outra postura ética que não o repúdio ao vídeo. 

Ocorre que a opção pela ética e princípios defendidos pelo Escola Sem Partido praticamente implodiu alguns dos principais argumentos utilizados contra o projeto, que seriam o suposto favorecimento da Direita e perseguição contra professores de esquerda. Nagib não só provou que não, como conseguiu provar para a sociedade a necessidade de impedir o assédio ideológico de qualquer natureza em escolas públicas. De agora em diante, os defensores da doutrinação terão que admitir que defendem a imposição e coerção que o projeto pretende evitar. Não poderão mais criar espantalhos contra o movimento, visto que os próprios validaram os argumentos do Escola Sem Partido. Órgãos apinhados de extremistas de esquerda como OAB e instâncias dos direitos humanos terão que escolher qual caminho seguir: ou validam o Escola Sem Partido ou absolvem os PMs do Amazonas de qualquer responsabilidade ou assédio ideológico. Logo eles, que cinicamente acusam o projeto e o movimento de "fascistas" e que só estão reclamando porque a doutrinação não se deu pelo espectro costumeiro. A saída para eles é uma só: assumir publicamente que são fascistas e que defendem o abuso ideológico de crianças e jovens em ambiente escolar. 

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