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Agressão contra assessor de Holiday: outro fruto da radicalização engendrada por Gleisi, Wyllys e outros embaixadores da barbárie


No dia de hoje, um militante de extrema-esquerda que perambulava pela Câmara de São Paulo cuspiu na porta do gabinete do vereador Fernando Holiday. Repreendido pelo assessor Wesley Viera, atacou o sujeito com uma cabeçada. Foi parar no distrito, sendo exaltado nas redes por seus companheiros de militância suja. Está lá no Jornalivre:

Após audiência pública da Comissão Extraordinária Permanente de Direitos Humanos, tratando de alterações na política de Assistência Social na Cidade de São Paulo, um militante de extrema-esquerda, presente no evento, foi flagrado por um assessor parlamentar cuspindo na porta do gabinete de Holiday. A informação foi publicada na página do vereador no Facebook.
[...]Ao pedir explicações, o assessor do coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL) levou uma cabeçada do indivíduo, que ato contínuo desceu as escadas. Posteriormente identificado e detido pela Guarda Civil Metropolitana (GCM), o sujeito ainda não identificado deve, a qualquer momento, ser conduzido à delegacia, onde será denunciado por agressão e ameaça, conforme relatado pela vítima. 

O episódio exala selvageria, e mostra como será o tom do debate público nos próximos dias. A extrema-esquerda fez a opção racional pela barbárie, para se projetar em meio ao caos. Esta ação começou com a ode a desumanização do adversário protagonizada por Jean Wyllys cuspindo no deputado federal Jair Bolsonaro, o que incentivou radicais anônimos a cuspirem em público, a defecarem na foto de políticos de oposição e até a vomitarem em sinal de protesto. Depois veio a presidência de Gleisi Hoffmann no Partido dos Trabalhadores, tendo como foco principal uma guinada a esquerda. Para quem já financiou governos bolivarianos nos últimos treze anos, isso só poderia representar o flerte com a guerrilha e terrorismo. Chegamos agora a era da irracionalidade, onde ataques são orquestrados todos os dias contra os alvos escolhidos pelos que odeiam a democracia. Pode ser João Doria, Jair Bolsonaro ou Fernando Holiday: em comum sempre teremos bárbaros a espreita tentando provar que são invencíveis. 

É importante notar a dinâmica aqui: por mais que os inocentes digam que quem apela a isso não é o cidadão comum e sim a militância de coleira, é necessário lembrar quais os motivos dos cães perdigueiros terem sido soltos. Estão soltos para impor o medo ao mesmo tempo em que desumanizam seus adversários. Trata-se de uma tentativa clara de sufocar o contraditório golpeando sua dignidade, algo típico das cavernosas mentes totalitárias. Notem que eles não estão interessados no confronto democrático justamente por desprezarem a liberdade de escolha. Querem partir para a truculência para se impor por meio do medo. O problema é que até serem contidos (se é que serão), alguns mais exaltados irão se indignar e tentarão reagir na mesma intensidade. Daí o caos estará posto. A única coisa que nos facilita é poder sinalizar para os brasileiros como as coisas são na prática: eles atacam seus adversários com vômito, cuspe, fezes e sujeira. Afinal de contas, é dali que a extrema-esquerda tira suas idéias.

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