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Vídeo de Gleisi pedindo esmolas para a Carta Capital é o fundo do poço da revista de Mino e Belluzzo


A Carta Capital chegou ao fundo do poço com o vídeo onde a senadora criminosa Gleisi Hoffmann pede esmolas para a revista em nome de uma causa partidária. O feio ali não é o pedido de doações, muito menos a existência de problemas financeiros pelas quais qualquer empresa pode passar. O vergonhoso é a admissão de que a revista não consegue existir sem dinheiro público. 

É claro, nós já sabíamos disso. Assim com adiantamos por aqui e por outras frentes que a extrema-esquerda precisa da maquina pública para cumprir sua agenda de poder. Para evitar o êxito destes sicários de ditadores o mais inteligente é trabalhar pela diminuição da máquina do Estado, pela privatização de estatais e pelo fim do financiamento de empresas de comunicação. É assim que se cortam os veios da extrema-esquerda. 

Ficou feio para a Carta pois afirmaram que vão mal das pernas justamente após o fim do governo petista, além de recorrerem a uma notória criminosa (a Amante da lista Odebrecht) para pedir financiamento. Acabaram confessando que não passam de um aparelho do petismo. 

Para os sócios é o pior cenário possível. Para Mino Carta fica a certeza da incompetência e vassalagem ao petismo, ainda mais depois de ter sido flagrado recebendo ordens editoriais do criminoso Lula da Silva. Para Luiz Gonzaga Belluzzo um atestado de que suas teses econômicas não passam de fraude. Suas ideias quase faliram o Palmeiras durante sua desastrosa gestão, além de falirem o Brasil ao mesmo tempo. Sim, ele foi professor de Dilma Rousseff. Agora é a Carta Capital que tomba. Significa que suas ideias só funcionam enquanto há um duto inesgotável de dinheiro. Cortado o financiamento, o empreendimento sangra até a morte. Em resumo: chegaram ao fundo do poço. 

Já dissemos em outras ocasiões: a extrema-esquerda precisa da máquina pública assim como Anteu precisava do contato físico com sua mãe Gaia (Terra) para dali tirar sua força. Hércules matou Anteu suspendendo-o no ar. Nós democratas iremos vencer a extrema-esquerda diminuindo seus dutos de financiamento. A próxima questão urgente é o financiamento público demandado por eles, outra cilada para financiar a agenda criminosa pela qual militam. E a reforma da previdência. Somado ao fim do imposto sindical, teremos uma esquerda desnutrida e anêmica no médio prazo. 

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