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Qual o motivo do MPF dificultar a delação de Palocci mesmo após a entrega de Lula como o “Amigo” da planilha Odebrecht?


Há algo muito estranho (e por consequência muito errado) vindo dos lados de Curitiba. Por algum motivo ainda desconhecido, os membros do MPF envolvidos na Operação Lava Jato não estão aceitando a delação do ex-ministro petista Antonio Palocci. Por ironia, a informação vem do Antagonista. 

Porque é estranho: Palocci já entregou que Lula é o “Amigo” da planilha Odebrecht. Mas a delação não sai, já que o MPF não está se convencendo de que ele disse tudo. Ou o que querem. 

Isto requer toda atenção possível, já que alguns membros da força-tarefa estão flertando com dois partidos de extrema-esquerda em versões limpinhas: a Rede de Marina Silva e o Podemos de Álvaro Dias. A Rede de ex-petistas de Marina já é bem conhecida. O Podemos é que engana melhor, já que vem das mãos de Álvaro Dias, mentor intelectual da indicação de Edson Fachin para o Supremo Tribunal Federal. A inspiração do nome do partido veio do Podemos espanhol, do radical bolivariano Pablo Iglesias. Para se calcular o nível de letalidade do Podemos (que repete um discurso próximo ao do PSOL e PCdoB), basta dizer que se descobriu recentemente que o ditador Hugo Chavéz alimentou financeiramente a fundação que deu origem ao partido. Ao ver Pablo Iglesias ameaçando a democracia espanhola, Álvaro Dias se inspirou. Sugeriu ao PTN que mudasse de partido e alinhasse o programa ideológico. Nasceu o Podemos tupiniquim. 

Bom, após estes assédios e flertes, a operação Lava Jato de Curitiba perdeu o protagonismo para a Lava Jato de Brasília (capitaneada pelo nebuloso Rodrigo Janot). Pouco tempo depois da recente tentativa de derrubar Temer, vimos algo inacreditável: Joesley Batista recebendo perdão total por seus crimes e os procuradores da Operação Lava Jato defendendo o acordo de impunidade que situa Temer como o chefe da organização criminosa que atuou no BNDES. A esquizofrenia se dá pelo fato de que foi o procurador Deltan Dallagnol quem primeiro situou Lula como chefe do esquema naquele famoso ppt. Agora ele e o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima afirmam que não há distinções entre os crimes (sendo que este último anda afirmando que o PMDB é pior que o PT, aquele que financiou ditaduras). Pior é pensar que para pegar Temer se concedeu perdão total ao criminoso Joesley, mas que para chegar em Lula o mesmo MPF tergiversa. Ou seja: algo de errado não está certo.

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