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Prisão de ex-presidente peruano joga ainda mais pressão no tribunal de segunda instância que julgará Lula no caso do triplex


O ex-presidente peruano Ollanta Humala e sua esposa Nadine Heredia foram presos por recebimento de propina da Odebrecht. A empreiteira foi expulsa do país pelo presidente Pedro Pablo Kuckzynski, já que praticou crimes contra a administração pública e contra o Estado. 

Isto é injusto. 

Vamos lembrar que Lula recebeu somas muito maiores. Aliás, o PT recebeu volumes imensamente maiores. Mas boa parte dos criminosos está solta, enquanto o ex-presidente ainda está solto debochando da Justiça. Embora tenha condenado o chefe da organização criminosa, o juiz Sérgio Moro abriu mão do pedido de prisão deixando claro que estava fazendo uma concessão a Lula por este ser ex-presidente. Em vários momentos o juiz deixa claro que este não é o procedimento usual, mas que uma eventual prisão se daria apenas após a condenação em segunda instância. 

O fato do ex-presidente socialista do Peru ter sido preso demonstra que não há saída aceitável para o Tribunal Regional Federal de Porto Alegre que não seja a condenação de Lula em segunda instancia, talvez até aumentando a pena definida por Moro em Curitiba. Não é possível que a justiça peruana tenha sido mais célere do que a brasileira, nem é razoável que meros agentes secundários sejam responsabilizados enquanto Lula segue solto. A Justiça peruana aumenta a responsabilidade dos desembargadores de Porto Alegre, que terão que mostrar ao mundo que o Brasil não deve nada ao Peru em termos de combate a corrupção e aplicação da justiça. Do contrário o Brasil será desmoralizado diante do mundo ao agir de maneira tão distinta de seu vizinho sul americano. 
 

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