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Mais moralismo de prostíbulo: o MST diz que está invadindo propriedades para “dar lição em corruptos”


Quem acompanhou o noticiário viu que o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra invadiu propriedades rurais pertencentes a entes políticos como o coronel João Baptista de Lima Filho (amigo e suposto faz tudo do presidente Michel Temer), do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol Ricardo Teixeira e do ministro da Agricultura Blairo Maggi. A justificativa dada pelos invasores é de que “as invasões seriam uma lição aos corruptos”. Como vemos, o mais novo estelionato da extrema-esquerda veio travestido de virtude. Ah: Blairo Maggi foi inocentado da acusação de ser dono de uma aeronave que transportava 500 kg de cocaína. A própria PF desmentiu. Como assim os novos guerreiros do combate a corrupção não souberam desta notícia?

Como já foi dito aqui neste blog, a extrema-esquerda observou o processo com paciência para elaborar sua nova estratégia. Se antes concentravam fogo exclusivamente contra a Operação Lava Jato, agora eles são capazes até de protestarem contra a corrupção. Randolfe Rodrigues já abraçou Nicolás Maduro, mas hoje diz que a democracia depende da aprovação das Dez Medidas contra a Corrupção. Alessandro Molón também já atacou a operação, mas hoje diz que Temer quer “barrar a Lava Jato”. Rodrigo Janot já se encontrou clandestinamente com o ministro da Justiça Eduardo Cardozo na calada da noite, mas agora se diz vestal enojada com diálogos de peemedebistas. Stédile apenas trilha o caminho já seguido por parte dos membros da seita, que é a dissimulação. 

Ocorre que o combate a corrupção por si não significa nada. É uma bandeira fácil de quem não tem muito o que dizer. Quem defende de fato o combate a corrupção no país irá defender bandeiras como a privatização, a diminuição de cargos públicos e a reforma trabalhista. Sim, ela propicia aos sindicatos verba suficiente para contratos ilegais e financiamento ilícito de políticos, vide o escândalo Janira Rocha (financiou Jean Wyllys e Chico Alencar). Do mesmo modo, temos figuras extremistas que não são corruptas. Ao que se sabe a senadora Fátima Bezerra não está envolvida com corrupção. Por acaso isto a torna uma figura menos asquerosa? Marcelo Freixo também não é corrupto, mas seus ídolos políticos são ditadores. PSTU e PCO também são repletos de gente que nunca se apropriou de dinheiro público, o que não confere caráter algum. Se a corrupção fosse mesmo um motivo para invasões, Stédile e sua quadrilha teriam invadido aquela propriedade do Guarujá ou a outra localizada em Atibaia.

Não é a toa que a extrema-esquerda costumava ironizar os brasileiros que iam as ruas protestar contra o governo. “Vocês deveriam protestar contra Eduardo Cunha, já que vocês protestam contra a corrupção”. Era uma ironia fina. Era a certeza de quem sabe o que realmente está em jogo, que é a democracia. Eles não lutam contra a corrupção, apenas lutam contra a democracia. Nós por outro lado nos perdemos em ilusionismos morais e esquecemos do que está em jogo. Quando despertamos do torpor, vemos um bando de salteadores como o MST arrotando moral. 

Bom, deste dilema os mais pragmáticos não sofrem. Quem é corrupto deve ser preso, julgado e condenado pela Justiça. Não por qualquer justiceiro de ocasião. O MST é quem deveria ir inteiro para o cárcere em uma ilha remota, já que espalham o terror no campo em nome de idéias stalinistas. Já até passou da hora do governo incluir este bando entre as organizações terroristas que atuam em nosso território. 

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