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Juca, Antero e Trajano: deixaram o jornalismo para se tornarem simples lacaios do lulismo

Juca Kfouri e José Trajano resolveram emprestar seus nomes para mais um episódio vergonhoso: entrevistaram Lula na casa de José Trajano. Ou melhor, fizeram serviço de prostitutas. Por mais chulo que isto pareça, é só o que se pode dizer de jornalistas que praticam um ato de tamanha vergonha. Tudo o que fizeram foi dar palco para que Lula debochasse da Justiça e escarrasse na democracia, sobrando até ataques contra o juiz Sérgio Moro e ameaças veladas ao Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, onde o caso será julgado em segunda instância. 

Ah, não ficaram sozinhos nesta. Outro que resolveu se juntar aos patetas foi Antero Greco, tão aclamado pela dupla que faz com o jornalista Paulo Soares, o Amigão. Sendo o melhor e mais talentoso de todos os três, seria de se esperar algum amor próprio, certo? Não. Estamos falando de seguidores de um culto, não de seres humanos em plenas posses de suas faculdades mentais. 

Um dos aspectos mais devastadores entre os psicopatas é a capacidade de criarem um culto em torno de si. Alguns vão até mais longe, conseguem atrair outros psicopatas para o seu entorno. A sequencia que se dá é a ampliação da voz do líder por meio das obras de seus fiéis. Os resultados são catastróficos. Vejam o caso de Charles Manson: não foi ele quem matou todas aquelas pessoas (incluindo Sharon Tate, a mulher grávida de Roman Polanski). Os assassinos eram os seguidores de seu culto. No caso de Lula, não foi ele quem solicitou esta entrevista. Foram seus seguidores cegos que ansiavam por servirem de instrumento para a manifestação da glória do mestre. Foram eles que desejaram servir como instrumento nas mãos de Lula. Daí pariram esta gravação lamentável que alguns chamam de entrevista, onde Lula ataca a democracia, a Justiça e desafia um país inteiro. 

Alguns se perguntam sobre como proceder com quem ainda defende Lula mesmo depois de ciente de tantas provas e indícios contra ele, ao passo que outros não entendem a razão desta gente ainda defender este sujeito. Não é razão, é religião. É fé. Fé no macabro, na violência, da mentira. Mas é fé. No caso do petismo, trata-se de uma seita. Sabemos que com fundamentalistas não há diálogo, portanto temos que encarar estes três como os leprosos morais que são. No caso de Trajano e Kfouri, péssimos profissionais que costumam perseguir quem deles discorda (vide o caso de Kaká, perseguido por Juca apenas por ser cristão), já não havia biografia a ser salva. No caso de Antero Greco, fica só o lamento. O sujeito agradável não passa de um louco fundamentalista que obedece de maneira cega as ordens de um criminoso perigoso responsável pelo mais esquema de corrupção da história do Ocidente. 

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