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Jean Wyllys julga Moro “por seus ternos cafonas”. Certamente deve apreciar o nazismo, cujos uniformes eram desenhados por Hugo Boss


Sim, todos já sabem do papelão de Jean Wyllys. Todos já viram aquele vídeo que não passa de uma pantomina, de uma patuscada de um dos maiores agentes do totalitarismo prestando vassalagem ao Sumo Sacerdote da Extrema-esquerda brasileira e chefe da organização criminosa responsável pelo maior escândalo de corrupção da história do Ocidente. Não é pouca coisa, o que torna natural a defesa que Jean faz do criminoso aspirante a Imperador do Universo.

Jean é aquele que defender criminosos, que cultua ditadores e faz cosplay de carniceiros. Jean é como o camaleão, que usa sua própria natureza para se camuflar. No caso do deputado, ele se fantasia de vítima de homofobia a cada vez que é desmascarado.

Esta fala de Jean Wyllys atribuindo o número de anos de pena expressos na condenação ao número de dedos do ex-presidente beira a esquizofrenia. No delírio de tentar rotular o juiz, Jean comete um sincericídio um tanto quanto incomodo: diz que Moro veste ternos cafonas. Como se Jean fosse algum ícone de elegância, é claro. Mas a fala deixa claro o viés elitista do deputado. Quem viu Jean na CPI dos Crimes Cibernéticos dando carteirada no advogado Rubens Nunes com o argumento de que “ele é autoridade” não se surpreendeu com a fala contra Moro. Quem acha que esta execrável figura é apenas uma personalidade equivocada e estridente é que deve ter se surpreendido: o parlamentar de extrema-esquerda que se vende como progressista critica indivíduos de acordo com a suposta sofisticação de sua vestimenta.

Creio que o cosplay de Che Guevara deve gostar do ideário do extinto Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, versão racista e defunta do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialismo e Liberdade. A identificação não vem apenas do totalitarismo, mas também da estética. Para quem não sabe, as elaboradas e elegantes fardas utilizadas pelas milícias nazistas e pelo exército durante o Terceiro Reich foi toda desenhada pela Hugo Boss, do empresário e estilista alemão Hugo Ferdinand Boss. O sujeito colaborou com o nazismo e viu sua marca prosperar após desenhar os uniformes da Sturmabteilung (SA), a Schutzstaffel (SS) e da Juventude Hitlerista.

Bom, Jean Wyllys já fez cosplay de Che Guevara para ilustrar uma entrevista onde chamou o carniceiro homofóbico e racista de “homem viril”. Certamente deve admirar a elegância daqueles nazistas. Eles não usavam nada parecido com os “ternos cafonas” do Juiz Moro.

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