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Estelionatários da classe artística contra Temer: as repúblicas do Projaquistão e Leblon se insurgem pelo "Volta, Lula"


Maria Casadevall, Letícia Sabatella, Vagner Moura, Nando Reis, Fábio Assumpção, Leandra Leal e outros militantes de extrema-esquerda que apoiaram o plano criminoso de poder do Partido dos Trabalhadores e que resistiram ao lado de Dilma Rousseff mesmo depois de todas as denúncias contra o maior escândalo de corrupção da história resolveram emergir de suas sarjetas morais para posarem de "democratas que lutam contra toda a corrupção que aí está", relembrando em muito aquele discurso marxista histérico de Heloísa Helena em seus tempos de PT e PSOL.


Eis o novo golpe na praça.


É comum que este blog trate esta turma do Projaquistão e do Leblon como golpistas, estelionatários que se fingem de democratas engajados quando não passam de sicários do que há de mais nefasto e podre. Os crentes do totalitarismo e adeptos do culto lulopetista se revigoraram sobretudo a aliança macabra da extrema-esquerda petista com Globo e veículos janotistas como o Antagonista, que conseguiram armar arapucas tanto para os debéis peemedebistas quanto para a direita simplória que acredita que o problema se resume a corrupção. Eis o cenário perfeito para viabilizar a Operação Salva Lula. 
 
Agora temos estes indigentes morais se posando de impolutos pedindo o "Fora Temer", operação viabilizada pela conspiração encabeçada por Rodrigo Janot. Com a maior naturalidade, os golpistas surgem em público pregando a moral e os bons costumes como legítimas virgens de prostíbulo que são. Como se há um ano não estivessem chamando o povo brasileiro de golpista exatamente por colocarem um término nas estrepulias criminosas do PT. Com a diferença de que para eles o problema não é a corrupção de Temer, mas sim a volta do plano totalitário de seu guru.


O que temos agora é isso, as repúblicas do Projaquistão e do Leblon se unindo pelo "Fora, Temer" como se limpinhos fossem. Enquanto falam do combate a corrupção que em sua concepção deve servir como arma ideológica de conquista do poder (ao contrário dos nossos corruptos tradicionais que apenas querem encher os bolsos), os sicários do plano criminoso de poder acrescentam palavras que dão tom a narrativa: "É preciso tirar do poder este governo ilegítimo, impopular e corrupto". "É hora de nos unirmos". Enquanto os cúmplices do fascismo dizem isso, os storytellers do petismo já espalham a seguinte versão: "Os que derrubaram Dilma se arrependeram da desgraça que fizeram, só não querem admitir". Fica ainda mais fácil quando um incauto como Marcelo Serrado decide se juntar aos colegas que o fustigaram por ocasião do impeachment (Síndrome de Estocolmo?). O que se espera é que o brasileiro tenha um pouco mais de decência. Tanto para não se misturar com estelionatários que chamam impeachment de golpe e ditaduras sanguinárias de democracia popular, quanto para ter a dignidade de não dar os braços a quem nos chamou de golpistas no passado. Até porque não pega bem caminhar nas ruas ao lado de quem defende ditaduras, como todos estes militantes de extrema-esquerda que estão nas ruas pelo "Fora Temer".


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