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Educafro pediu para Itamaraty “maneirar” na prova de inglês em nome da inclusão. Seria loucura ou má fé?





Notícia de Ancelmo Góes em O Globo:



Educafro pede que Itamaraty reveja peso da prova de inglês para curso de diplomata
A Educafro enviou carta, ontem, ao Instituto Rio Branco, pedindo ao Itamaraty que reveja o peso da prova de inglês para o curso de diplomata. É que, segundo a Educafro, o desempenho dos cotistas, nas duas últimas edições, foi inferior ao dos candidatos brancos: “Isso é esperado, dado o fosso histórico que separa os dois grupos, causado por séculos de escravidão e segregação racial”, disse Frei David, o das cotas.


Primeiro tem que ser dito quem é Frei David Santos, o franciscano marxista da Educafro. Nelson Rodrigues já havia atacado estes padres de passeata, apontando que se tratam de embusteiros debatina.. Frei David é um deles. Ele grita golpe, ele ministra missas em trajes africanos (coisa que muitos cristãos africanos não fazem), ele quer cotas até para a fila do pão... Talvez não saiba rezar um Pai Nosso. Talvez sequer tenha lido a Biblia. Estas sutilezas não importam para quem quer usar o posto apenas com um meio de ascensão política. É um absurdo, um acinte. O pedido da Educafro é de um absurdo sem precedentes, trata-se de uma afronta a inteligência. Como seria possível maneirar nos conhecimentos da língua inglesa ao avaliar candidatos a diplomacia? Aqui não se trata de inclusão, mas sim de vandalismo contra a política externa brasileira. 


O concurso para o Ministério das Relações Exteriores é provavelmente uma das provas mais difíceis do país. Tradicionalmente o perfil do diplomata não muda: família abastada,estudou no exterior e possui algum curso de pós-graduação. A exigência severa propiciou que o Itamaraty revelasse grandes nomes para a diplomacia. Mas a Educafro quer “facilitar” para quem não é qualificado.


Aqui não se trata de inclusão justamente porque a Educafro sabe da importância do MRE, assim como também sabe que se há um fosso social entre negros e brancos sobretudo na diplomacia, isso se dá por conta da precarização do ensino de base oferecido pelo Estado brasileiro. Enquanto isso não for revisto (inclusive o abandono das teses suicidas de Paulo Freire), o Brasil não avançará. O negro ficará estagnado por tabela, já que quase metade da população é preta ou parda e boa parte deles nas classes C, D e E. 


É bom deixar claro que quem propõe esta espécie de atentado contra o Estado brasileiro não quer fazer o correto. Para uma solução com consequências tão desastrosas só podemos extrair duas finalidades: 1? Frei David é esquizofrênico, quer que o Itamaraty não exija o domínio do inglês para quem irá tratar de assuntos nacionais com serviços de diplomacia estrangeiros e órgãos internacionais. Ele propõe atrapalhar a atuação brasileira nesta seara ao fazer uma gambiarra que poderá inviabilizar diversas oportunidades. Tudo em nome da suposta representatividade. 2) A outra possibilidade é que tudo seja feito por cálculo político. O sujeito sabe que o Itamaraty não irá acolher esta sugestão (ao menos no governo Temer). Desta feita, ele colherá dividendos políticos e midiáticos contra um governo supostamente insensível. 


Tanto em uma situação quanto em outra, o sujeito age em nome de uma agenda política que não pretende solucionar problemas estruturais mas sim vender soluções fáceis para os incautos. O pedido é uma espécie de bilhete de loteria vendido por picaretas, é a jóia supostamente encontrada nas ruas por golpistas que querem arrancar dinheiro de algum inocente que acreditará na história do motorista ou da empregada doméstica que não pode voltar para a casa dos patrões com aquele objeto de valor – e que por isso oferece a jóia falsa por qualquer R$ 100. No fim das contas o que vale é a extrema-esquerda apresentar falsas soluções para manietar minorias e grupos marginalizados. E isso é uma vergonha sem tamanho, coisa própria de indigentes morais como Frei David Santos, o frei comunista da Educafro. 




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