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É o capitalismo fazendo mais pela população carente que as ONG’s e movimentos sociais


Por Rafael Belfiore

“O bem-estar econômico de bilhões de pessoas depende do comércio. Uma maior integração comercial com políticas domésticas favoráveis pode ajudar a aumentar os rendimentos e acelerar o crescimento global”, assim destacaram os líderes do Banco Mundial, FMI e OMC ante ao G20.

Não é de hoje que o intervencionismo exacerbado fere o mercado e seus consumidores – a população. Cabe destaque, inclusive, na fala dos líderes a necessidade da “remoção de barreiras comerciais e a redução de subsídios e de outras medidas que distorçam o comércio”. Mas, e o caso tupiniquim? Como ficamos?

Pelo visto os gritos fascistas de ‘’Fora Temer’’, ‘’Golpista’’ e coisas do gênero tem influenciado positivamente a economia. Quero dizer: apesar do encalço político que o sistema brasileiro confronta todos os dias há sinais de franca ascensão econômica e estes são vistos não só nas análises e colunas de economistas renomados, mas nas ruas – pelo povo!

Após 11 anos, o País registrou sua primeira deflação mensal, ou seja, com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) negativo, conforme publicado pelo Portal Info Money. Dentre as diversas quedas o que mais chama atenção é o setor de bebidas e alimentação reforçando a ideia de que o BACEN manterá a linha de corte da SELIC nas reuniões futuras.

Aqui não se trata de políticas não-populares ou como dizem ‘’cortando na carne’’, na verdade, isso reflete ou reforça a tese liberal de free market cuja ação do Governo autocrata (Alô Venezuela!) deve-se agir somente em áreas chaves da economia. Enquanto a esquerdopatia coroe a razão dos chamados Movimentos Sociais as pessoas de bem conseguem a cada mês encher um pouco mais os carrinhos do Supermercado e oferecer melhor alimentação à suas famílias. Claro, esse fator vai depender se o economista chefe da casa, o pai ou a mãe, estão empregados ou não, afinal, o ‘lulofanatismo’ deixou mais de 14 milhões de desempregados ao redor do país.

O Presidente legitimamente eleito pela maioria ampla dos votos parece ter reunido os ingredientes necessário para a retomada do nível de confiança do setor privado e aos poucos caminhamos, ainda que em passos lentos, ao crescimento que o País merece. Lógico, não é por isso que devamos confiar às cegas em figurões ainda existentes, mas se não a contra gosto a insurgência de um algoz.





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