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Cármen Lúcia resolveu descer ao esgoto para atacar os críticos do Judiciário: “Estou igual mulher que apanha”


Aspas para a ministra Cármen Lúcia falando sobre as críticas sofridas pelo Judiciário brasileiro:
Estou igual a mulher que apanha, na hora que a pessoa pega o chicote pra bater no cachorro, ele sai correndo. De tanto que todo mundo fala do Judiciário, como tem que ser mesmo.
Cármen Lúcia perdeu completamente a noção do ridículo. A senhora de aparência frágil demonstra que não há qualquer limite para prosseguir em sua defesa daquela corporação cara, elitista, golpista e autoritária. E aposta em uma comparação com algo abominável como a agressão a mulheres. Uma vergonha. 

Notem a sutileza do comentário: ela finge reconhecer o direito de criticar o judiciário, mas compara a prática a violência doméstica. Algo como “é lícito mas não convém, já que é algo violento e imoral”. Esta senhora não quer que a sociedade questione desmandos como a imposição da ideologia de gênero e a doutrinação ideológica em escolas públicas, as cotas, legalização de drogas e principalmente, a usurpação de poderes do Legislativo e a sanha esquerdista de seus membros. Por isso tenta comparar seus críticos a agressores. 

Esta senhora não tem mesmo vergonha. Prefere servir de interlocutora para os conchavos daquela corte acovardada, a mesma que está sempre ávida por dinheiro e poder. Para isso a empoderada senhora que vive estampando manchetes do Quebrando o Tabu, Huffington Post e Catraca Livre se utiliza até da descabida comparação com mulheres vítimas de agressão. Cármen Lúcia desceu ao esgoto se banhou na imundície. 


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