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As coisas vão muito mal quando três criminosas conseguem paralisar os trabalhos do Senado


Em um dia sem precedentes na história da democracia brasileira, vimos as senadoras Gleisi Hoffmann, Fátima Bezerra e Vanessa Grazziotin invadindo a mesa do Senado da República para obstruir a votação da reforma trabalhista na marra. Ah, também foram escudadas por gente do naipe de Paulo Rocha, Jorge Vianna e Katia Abreu. Uma vergonha sem tamanho. 

Também foi vergonhoso a atuação fraca do presidente Eunício Oliveira. Deveria ter ordenado aos seguranças que retirassem as terroristas dali. Deveria ter acionado a Polícia Legislativa. Se houvesse previsão legal, poderia até dar voz de prisão para as criminosas. 

Estamos vivendo uma fase terrível de nossa história. A República moribunda sofreu no último ano a breve melhora que acomete o doente antes da morte, agora parece que os sintomas se manifestam com mais força. Um Congresso que é paralisado por três arremedos de seres humanos já está tecnicamente morto. 

Sobre as senadoras, elas estão agindo exatamente com se espera de uma extrema-esquerda cada vez mais encorajada por um governo fraco e por uma direita confusa, que majoritariamente preferiu se pautar pelas imposições morais desta mesma extrema-esquerda. Em tempos em que os santos têm a medida da maldade, os monstros ficam cada vez mais convictos de seu desejo por sangue. 

Gleisi, Fátima, Vanessa. O Senado se colocou de joelhos diante da determinação de três mulheres sujas, adeptas da barbárie e que militam por um culto que consegue impor mais medo aos brasileiros do que qualquer seita satânica. Na criação foi o verbo que se fez carne. No Brasil foi o macabro que se materializou. Lembremos de quem abriu esta caixa de Pandora: seu nome é Rodrigo Janot. 

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