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Acredite se quiser: jornalista do Zero Hora diz que MBL é igual ao PT após membro apagar pixação com símbolo comunista


O jornalista do Zero Hora cometeu um dos textos mais vergonhosos da imprensa brasileira. Para ele, o MBL é igual o PT. O embuste pode ser lido aqui.

Igual por ter traçado um plano de assalto ao Estado?

Igual por possuir militantes que se comportam como tonton macoutes?

Igual por agredir jornalistas e pedir a censura dos veículos de imprensa?

Igual por defender ditaduras sanguinárias como modelo de país?

Igual por financiar ditadores carniceiros?

Igual por desejar o aumento do tamanho do Estado brasileiro?

Não. O MBL é igual ao PT por não arregar para a narrativa estelionatário da extrema-esquerda. Incluindo esta fala farsesca do jornalista. 

Veja que no começo do seu texto ele mente afirmando que o MBL surgiu nos protestos de 2013 contra o aumento das tarifas de ônibus. Mentira. Aquele é o Movimento Passe Livre, aparelhado pelas franjas púberes de partidos como PT, PSOL e PCdoB. O MPL está alinhado a grupos como Mídia Ninja, queridinhos da grande imprensa brasileira.

Como é de costume neste blog, Pedro Germano não será tratado com qualquer traço que lembre respeito. Um sujeito que falsifica a história de forma tão tosca não merece nada que não seja repúdio e vaias. Alguns dirão que a semelhança entre as siglas pode ter induzido ao erro. Se fosse verdade isso não o tornaria menos digno de respeito. Um jornalista que publica uma atrocidade verbal que se resolveria com um clique em pesquisas do Google não merece ser tratado como um profissional. Se a suposição de que ele está enganado e que o texto não foi feito de maneira calculada, então estamos diante de um sujeito que não é digno sequer de diploma universitário. É um incapaz que deve voltar ao primário para aprender os primeiros rudimentos, como fazer uma pesquisa e interpretar textos.  

O Movimento Brasil Livre surgiu em 2014, logo após as eleições de 2014. Enquanto o MPL pedia a expropriação de empresas de transporte e estatização completa dos modais de transporte para proporcionar conduções gratuitas a todos, o MBL surgiu pedindo menos estado. De 2014 para cá o grupo esteve a frente não só do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, como também trabalhou pela aprovação da PEC do Teto, Reforma Trabalhista e Reforma da Previdência. Um dos membros do movimento é o jornalista Paulo Eduardo Martins, que durante sua suplência na Câmara dos Deputados conseguiu acrescentar o fim do imposto sindical na proposta de reforma trabalhista apresentada pelo deputado Rogério Marinho. 

O MBL tem um plano político, que passa pela extinção de estatais, revisão de leis da moribunda Constituição de 1988 e modernização da economia brasileira. O MPL se coloca ao lado de grupos bolivarianos, se colocando pela extinção da propriedade privada, censura e aparelhamento do Estado pela extrema-esquerda. 

O fato é que o jornalista mente apenas para dar peso ao seu desejo final, de que os membros do MBL tenham o mesmo destino dos petistas coroados que foram presos por seus crimes. Com o detalhe que as penas para eles foram relativamente curtas diante dos crimes praticados. Ele também mente ao sugerir um fim trágico. Não se pode falar em fim trágico quando se vê que o juiz Sérgio Moro não prendeu Lula em nome da manutenção da ordem. 

Enfim, a bronca do jornas é que o MBL não faz como o tucanato. Não arrega para a extrema-esquerda. O que o senhor Pedro Germano gostaria é que radicais como Jean Wyllys, Carina Vitral, Dilma Rousseff, Guilherme Boulos e João Stédile fossem tratados como meros “divergentes”. Não são, já que representam ameaça para a ordem pública e para a própria democracia. Assim como Lula não é um corrupto igual Eduardo Cunha, e sim um psicopata perigoso que deveria ser trancafiado no Asilo Arkham para Criminalmente Insanos. Pedro Germano quer gente frouxa para fazer oposição ao radicalismo, talvez medindo um movimento inteiro pela própria regra. Vale lembrar que há poucos dias ele se irritou com o secretário Ramiro Rosário justamente por este motivo: o secretário (que é ligado ao MBL gaúcho) aparece em publicação no Facebook apagando uma pixação com o símbolo comunista. Germano diz que apagar um símbolo de ódio é molecagem, e recebeu os comentários de uma grande quantidade de pessoas que não concordam com tamanho eufemismo para tratar uma ideologia responsável por mais de cem milhões de cadáveres.  Para o desgosto do ilustre funcionário de um dos piores veículos de comunicação do país, com uma redação repleta de militantes travestidos de jornalistas e farsantes profissionais, bater o pezinho com notinhas plantadas não irá mudar os fatos. Que vá chorar na cama que é lugar quente.  

Aliás, não foi possível localizar nenhuma manifestação de Paulo Germano sobre o episódio em que Lula afirmou que poderia mandar prender jornalistas e investigadores caso voltasse ao poder. Que Deus nos livre desta fortuna, do contrário seria interessante ver o jornalista santarrão lidando com esta situação. Ou não, já que gente deste naipe provavelmente engoliria suas críticas ao PT para não parecer "radical". 

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