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A Rede Oficial do Fora Temer está na delação do Palocci... Quem diria, hein Rede Globo?


A Rede Recordo trouxe uma matéria explosiva no Domingo Espetacular, mostrando as implicações das Organizações Globo na Operação Lava Jato. Por acaso é aquela mesma emissora atualmente engajada na operação “Fora Temer”. “Que surpresa!”, disse ninguém. 

As organizações Globo sempre mantiveram uma pornográfica relação com o governo. Não se trata apenas de proximidade institucional, mas política. Em diversos momentos trabalharam pela agenda progressista da esquerda brasileira, além de tentarem bagunçar o cenário durante o impeachment para preservar o governo Dilma Rousseff. Procurem o noticiário e verão os Marinho afirmando que o impeachment não era algo “desejável”. Para eles certamente não. 

Não por acaso foi injusto o tom adotado por Jandira Feghali no debate do primeiro turno das eleições municipais do Rio de Janeiro no ano passado. A comunista cuspiu no prato onde a extrema-esquerda comeu por anos. Quando Jandira afirmou que a Globo era a emissora que apoiou o golpe, estava mentindo para agradar uma platéia cativa que vê no maior aliado um espantalho melhor do que a Geni do Zepellim. Esqueceu por exemplo, de jantares que o grupo oferecia para o petismo, de palestras que Lula concedia aos executivos da emissora, e particularmente de um jantar servido por Dona Lily Marinho a presidente Dilma Rousseff na mansão do Cosme Velho, onde Jandira também foi comer da champanhe e do caviar. 

A Globo particularmente nem liga para estas manifestações. Assim como a Folha de São Paulo, ambos os veículos ajudam a extrema-esquerda em sua agenda enquanto levam a pecha de reacionário e se defendem afirmando serem isentos. Eis a melhor aplicação possível para a estratégia das tesouras. 

É claro que não dá para ignorar alguns dos que se apropriam das circunstâncias para enterrarem um punhal nas costas da Globo. Ali está a Record do Bispo Edir Macedo e alguns jornalistas de extrema-esquerda como Miguel do Rosário e Luiz Carlos Azenha. Não direi nada sobre o âncora do Domingo Espetacular Paulo Henrique Amorim porque de fato este não é um homem de esquerda. Nunca foi nada mais que um mercenário que escreve a soldo. Sobre ele há muitos vídeos interessantes, incluindo um direito de resposta conseguido por Lula contra o jornalista nos idos de 2000. Naquele tempo ele nem sonhava em prostituir sua caneta. 

Mas voltando a notícia, há que se lembrar o papel da Globo nestes eventos e a omissão durante o impeachment de Dilma Rousseff. Ou ainda a mentira de jornalistas como Zileide Silva, que afirmou que um sujeito maluco que disparou tiros diante do Congresso Nacional pertencia ao Movimento Brasil Livre. Não era. No dia seguinte foi emitido um ofício público negando o envolvimento do sujeito na organização, mas Zileide voltou a repetir que o homem era do MBL. Agora que estávamos diante da possível delação de Palocci, a emissora publicou um furo aumentado por Lauro Jardim colocando palavras na boca do presidente. Mesmo diante do desmentido, a emissora seguiu irredutível. Virou também casa dos paladinos da Rede de ex-petistas de Marina Silva. O deputado federal Alessandro Molón anda aparecendo mais na tela do que o próprio William Bonner. Tudo para atrapalhar a delação de Palocci. Chegaram até a apoiar a narrativa de que Temer é o chefe da quadrilha, e não Lula. A mentira foi publicada na revista Época, do mesmo grupo de comunicação. A única coisa que não deu certo para a Globo até agora foi o engajamento do público, que prefere não cair nestas abstrações estelionatárias. É possível que a tentativa de golpe fique ainda mais difícil agora, quando se sabe quais são os interesses da Globo nesta empreitada. 


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