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A Folha nem sequer disfarça sua tentativa de criminalização da Direita


Hoje os jornalistas Felipe Barthold e Ana Luiza Guimarães cometeram uma matéria tosca onde tentam jogar luz em algo que sequer foi mantido em segredo: alguns membros do Movimento Brasil Livre estão atuando em gestões municipais aliadas do grupo. Todos os citados possuem competências técnicas para os cargos, reputação ilibada e qualquer outra credencial para ocuparem estes postos. Mas a Folha questiona. Por quê? 

Vamos tomar os editores e os dois jornalistas por idiotas. Imaginem que o questionamento deles se dá pelo fato de que gestões mais próximas da Direita política ou que de alguma forma coloquem em prática políticas liberais. Será que o melhor meio de colocar estes propósitos em prática não seria se cercando de pessoas com inclinações liberais? A Folha parece não acreditar nisso, já que seus escribas demonstram espanto. Talvez eles esperassem que gente como Nelso Marchezan e João Doria contratassem militantes radicais do PSOL e PcdoB. Aliás, foi uma surpresa não terem envolvido este que escreve nestas linhas naquele texto sujo. Sim, desempenho com orgulho o cargo de supervisor de Cultura na Prefeitura Regional Sé. Talvez não tenha sido alvo do sensacionalismo venenoso por ter registrado a informação aqui logo depois de receber o convite. Não deu para a Folha fazer seu circo, né? 

Não, ninguém pode ser tão idiota. Ninguém pode esperar que um prefeito eleito no ano em que a extrema-esquerda mais sofreu prejuízo irá trazer para o seio de sua administração justamente aqueles que o abominam. Imaginem Marcelo Crivella convidando Jean Wyllys para a Secretaria de Educação? Absurdo, não? 

Ou seja, fica claro que os membros da Folha sabem disso. Eles também sabem que não há qualquer conflito moral e ético nestas contratações. Conflito haveria se um membro do movimento aceitasse um convite feito por um prefeito petista ou de qualquer outro partido de extrema-esquerda. Isso sim mancha a honra. Igual aconteceu com Kátia Abreu, a ruralista que virou a casaca e abraçou Dilma Rousseff. A lepra petista pegou e Katia chegou a ser vista naquele macabro almoço de marmita feito na mesa do Senado Federal no dia da votação da Reforma Trabalhista. 

A Folha também sabe destas coisas. O caso é que querem criminalizar a prática da política por parte de quem não reza pela mesma cartilha. Isso também foi observado quando alguns membros de movimentos de rua (incluindo o MBL), demonstraram vontade de se candidatarem a cargos públicos. A Folha chiou, mas não soube explicar qual é o problema de tomar parte de tomar parte em pleitos democráticos. Só quem vê estranheza no exercício da cidadania são os que comungam do pensamento totalitário. Não espanta que esta bizarrice tenha sido parida pelo jornalismo da Folha, jornal que concentra tantos tietes de Fidel Castro quanto a Carta Capital e a Caros Amigos. 

É daquelas mentes subterrâneas que vem rasteiras retóricas como esta. Sâmia Bomfim, Isa Penna, Carina Vitral, Jean Wyllys e outros representantes da extrema-esquerda tem todo o direito de concorrem a cargos públicos e implementarem suas ideias retiradas do esgoto na máquina pública. Quem pensa diferente não, a ponto de serem alvo de matérias escrotas como esta. Lembro de uma matéria antiga onde o mesmo jornal questionava o fato de que os movimentos estavam vendendo pixulecos e adesivos sem nota fiscal. Só não questionavam o financiamento ilícito que levava a fraquíssima e agonizante onda vermelha para as ruas. Na mente abissal dos editores e jornalistas da Folha, todos são iguais. Mas só os nossos aliados são dignos de exercerem a cidadania. 

Claro, alguns oportunistas poderão até atacar. Ressentidos do nosso lado também. Não é novidade que há sempre uma parcela da Direita que se une a extrema-esquerda para fustigar os seus. Mas é bom avisar: se pautar por quem assina manifestos em solidariedade a Maduro e Kim Jong Un não é uma boa idéia, e deixa mais marcas do que a sarna.


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