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Se arregar para os sindicatos, Temer será lembrado como o maior covarde da história


Segundo informação da coluna Radar, da Veja, o presidente Michel Temer teria chegado a uma "solução" para o problema do fim do imposto sindical. A solução encontrada por Temer foi prometer para as centrais sindicais que após a aprovação da reforma trabalhista (que extingue a contribuição sindical obrigatória), o governo criará um novo imposto sindical. Supostamente seria uma vitória para Temer, que deixaria de ter as ruas contra si. 

De longe se vê que cabelos brancos não tornam um homem mais sábio. Temer voltou a se encontrar com gente imunda dias após ter recebido o criminoso Joesley no Palácio do Jaburu. Tanto em uma situação como na outra, ele tenta estabelecer contatos que vão apenas desgastar um governo que já respira por aparelhos. 

Temer supostamente quer evitar a revolta das ruas. Por ser míope, talvez não tenha entendido a diferença entre povo e parasitas vestidos de vermelho. Sua longa experiência política o faz tentar aproximação com leprosos políticos. O faz insistir na tese da pacificação e do fim da polarização, palavras vazias que só movem os corações dos sociopatas e das polianas. Ao se aproximar de quem o quer fora do Planalto, ele apenas atiça a ira da esmagadora maioria que quer o fim do financiamento público dos sindicatos. 

O comportamento de Temer lembra a maioria dos franceses que por temerem os horrores da guerra, preferiram se acovardar diante da invasão alemã em 1940. Para evitar a morte, a escassez de alimentos e todo o trauma da guerra, aceitaram a imposição do governo fantoche de Vichy. Acabaram sofrendo calados o horror de serem subjugados por sociopatas sedentos de sangue (e olha que mataram cerca de 94 milhões a menos que os comunistas). 

Temer quer evitar o #ForaTemer, para isso resolveu arregar para os bárbaros. Esquece que a proposta que acaba com a contribuição sindical obrigatória (que é de autoria do deputado Paulo Eduardo Martins e foi incluída no texto da reforma trabalhista) conta com amplo apoio popular. Sendo assim é bom frisar que o presidente não tem medo das ruas, mas sim das centrais sindicais. 

Alguém além de Temer e seus paus mandados realmente acredita que as centrais deixarão de pedir sua cabeça ou de chamá-lo de golpista destruidor de direitos? De maneira alguma. Temer está se comportando como o carneirinho da fábula de La Fontaine, querendo negociar com um lobo faminto de dentes arreganhados que não quer saber de acordo algum, apenas de fazer uma refeição (que culminará na morte do outro). Aliás, toda negociação com a extrema-esquerda se dá nestes termos. Eles querem nossa morte para satisfazer seus desejos nefastos. Já que é assim, o melhor é morrer com um pouco de dignidade.

Temer se torna assim uma figura ainda mais patética, uma piada encarnada. O sujeito tinha tudo em mãos para adquirir um pouco de respeito dos brasileiros, mas prefere atravessar a rua para pisar em cascas de banana. Se este conchavo com os sindicalistas prosperar, tenham certeza que Temer irá cair enquanto os sindicatos pelegos continuarão vivos, devidamente nutridos com as tetas estatais. Daí Temer entrará para a história como o mais patético presidente da história desde Jânio Quadros, já que jogou fora todo o capital político que poderia ter usado a seu favor. Por "temer" a guerra, o presidente escolheu a desonra. E terminará morto e desonrado na guerra. 


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