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O Pânico por trás das falsas agências de checagem: segundo Datafolha, os mais jovens não confiam na imprensa


Esta matéria do Implicante traz dados importantes colhidos pelo Datafolha e que por alguma razão misteriosa não foram objeto de debate. Leia Abaixo:

Novos tempos: jovens de 16 a 24 anos são os que menos confiam na imprensa, aponta Datafolha


Neste domingo, o Datafolha divulgou levantamento sobre a confiança dos brasileiros em algumas instituições. Como falamos mais cedo, a liderança é das Forças Armadas, que são seguidas de longe pela imprensa.
Mas há um outro dado interessante: a confiança na mídia é menor entre os mais novos. Vejam os seguintes gráficos, elaborados com os dados do Datafolha.

LEGENDA:

BRASILEIROS EM GERAL:

MAIS JOVENS (16 A 24 ANOS):

A diferença é bem significativa. Entre os mais jovens, a confiança cai pela metade e a desconfiança sobe mais de 50%.
Há várias explicações, todas elas no campo da estimativa, porém dá levar em consideração o fato de que os mais jovens têm preferido as redes sociais e, justamente por conta disso, são mais resistentes a aceitar qualquer conteúdo sem questionamento.
A nova geração não é mais aquela que fica sentada e passiva diante do noticiário. Em vez disso, os jovens questionam e checam tudo. Nesse processo, muitos invariavelmente descobrem que a imprensa no geral tem viés, às vezes com distorções bem acentuadas.
Deu no que deu.
Como resgatar a confiança? Acabando com esse viés. Farão isso? Apenas quando a nova geração não somente chegar (já está chegando) às redações, mas também dominá-las. Até lá, a rapaziada que coloca a ideologia acima dos fatos continuará fazendo isso, mesmo diante da queda vertiginosa da credibilidade institucional.
Tais números são nova mostra da disparidade entre o mundo real e as bolhas. A “turminha descolada engajada da comunicação” não reflete o povo e, agora segundo mostra o Datafolha, menos ainda os mais jovens.
Como diria um poeta d’antanho: “Evoé, jovens à vista!”
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Sim, trata-se de pesquisa Datafolha. Mas os dados apontam em um desejo de compreender o fenômeno da fuga em massa dos leitores dos veículos tradicionais para portais independentes e páginas de redes sociais. A comprovação de que há uma nova geração que não confia nos pretensos arautos da isenção mostra que há uma preocupação cada vez maior em bombardear os veículos independentes. Foi por esta razão, por exemplo, que se criou a tal Agência Pública financiada por George Soros (logo ele). Sob a suposta defesa da verdade, querem dinamitar a concorrência. 



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