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O maior vexame do dia: o tucano que votou contra a Reforma trabalhista por medo da mulher


Hoje o governo Michel Temer sofreu uma derrota simbólica na questão da Reforma Trabalhista. O texto do relator Ricardo Ferraço foi rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais por 10 votos a 9. Sete senadores da extrema-esquerda contaram com a colaboração de membros do governo. Três dos senadores que votaram contra fazem parte da base por motivos distintos. Otto Alencar do PSD (que também votou contra o impeachment de Dilma Rousseff), é jagunço do governador criminoso da Bahia Rui Costa. Hélio José (do PMDB do Distrito Federal) é aliado do cangaceiro Renan Calheiros (que é contra as reformas). Era compreensível que fossem contrários. A surpresa foi o voto do senador Eduardo Amorim, do PSDB de Sergipe. 

Sabem o motivo pelo qual este tucano votou contra as reformas, garantindo um dia de vitória aos representantes do esgoto petista? 

Por medo da esposa. 

Sim, o ilustre senador é casado com a procuradora do trabalho Vilma Amorim. A classe da qual a esposa faz parte é uma das castas jurídicas contrárias a qualquer tentativa de trazer as legislações trabalhistas brasileiras ao século XXI. Com seus salários de marajás e benefícios pornográficos, membros do judiciário, do ministério público e de outros setores do funcionalismo público têm causado todo tipo de transtorno para que as reformas não passem. Para não contrariar a esposa, o senador preferiu votar contra. Antes da traição, ele tentou se abster. Diante da obrigação do comparecimento, votou contra pois "ficaria feio não se posicionar desta forma". Em um país com 14 milhões de desempregados, ele preferiu ceder aos caprichos da esposa procuradora. 

Vejamos: um sujeito frouxo prefere conceder uma vitória aos que quebraram o país do que desagradar a esposa e seus amigos corporativistas. Não é o caso de ordenar ao senador que se filie ao PT, PCdoB ou congêneres já que não foi a intenção de seus eleitores que Sergipe tivesse um senador destes partidos. A saída é que o senador renuncie ao mandato, visto que não é homem suficiente para exercer o cargo. Um sujeito que não consegue separar as questões do mandato por medo de desagradar a esposa não está a altura do cargo. O ideal é que o partido o expulsasse, mas ele próprio poderia ter um pouco de amor-próprio e sair do senado por conta própria. Pela porta dos fundos, para que ninguém vesse suas fuças. 

Em tempo: esta vitória da extrema-esquerda é apenas simbólica. Os projetos de lei devem passar por todas as comissões antes de irem ao plenário, onde a votação de fato importa. Por hora a reforma tem votos suficientes para aprovação. Tomará que os outros parlamentares sejam menos frouxos que o senador Amorim.






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