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Kleber cuspiu em outro jogador e foi expulso, Jean Wyllys cuspiu em outro parlamentar e foi defendido e absolvido


Notícia do Globo Esporte
Se o resultado do empate sem gols com o Bahia não foi muito empolgante para o Coritiba, para o atacante Kleber Gladiador é para esquecer. Relembrando um comportamento que não tinha desde que chegou ao alviverde, o atacante demonstrou nervosismo e agressividade elevada, que resultou em sua expulsão após uma cusparada no jogador Edson, do Bahia.
Kleber já dava sinais de nervosismo logo no início da partida, quando bateu boca com o meia Zé Rafael, do Bahia, que já foi seu companheiro dentro do Coritiba. Depois deu um tapa na cara de Edson dentro da área, que os jogadores pediram pênalti, mas que o árbitro Wagner Reway não viu.
Não satisfeito, Kleber fez o seu ato derradeiro no segundo tempo, quando se aproximou de Edson e cuspiu na sua cara. O ato - que, a princípio, parece gratuito - chamou a atenção de Wagner Reway, que acabou expulsando o Gladiador aos 25 minutos.

Veja o vídeo: 



Que atitude porca e incivilizada do jogador Kleber, não é mesmo?

Mas fica a reflexão: o país que irá se indignar com a atitude do jogador é o mesmo país em que um deputado federal cuspiu na cara do colega mo plenário da Câmara dos Deputados em um dia de votação histórica. A punição para Jean Wyllys, como sabemos, foi uma mera advertência. E o andrajoso deputado ainda saiu cantando vitória, afirmando que faria tudo de novo. Isso marca a diferença da extrema-esquerda para outros grupos: estes indivíduos desprezam qualquer noção elementar de ética e civilizada, são guiados apenas por sua sociopatia. 

Por essas e outras que devemos deplorar não só o monstro cuspidor, mas também os que o apoiaram. Gente como Dilma Rousseff e o patético Fernando Henrique Cardoso, que vieram a público pedir que o Conselho de Ética mantivesse o mandato de uma das figuras mais asquerosas que já ocuparam aquela casa. Se vê que são tão monstruosos como ele. 

E é claro, temos que chamar mais uma vez a atenção do deputado Jair Bolsonaro por não ter reagido com a devida indignação, por não ter pedido a cassação do mandato deste canalha. O comportamento de Jean Wyllys é tão nefasto que não é aceito nem no futebol. Vamos lembrar que parte da rejeição devida ao ex-jogador e comentarista Neto se deve a cusparada desferida por ele no árbitro José Aparecido em 1991. Aliás, nem na várzea. Lembro de ter testemunhado uma grande confusão em um jogo de escola justamente porque um juvenil quis fazer papel de lhama.  Como então é admissível que Jean Wyllys saia ileso deste episódio?




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