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Jornalistas da CNN saem da emissora após escândalo de notícias falsas contra Trump


Notícia da AFP

Três jornalistas da CNN foram demitidos após a retirada de um artigo que afirmava que o Congresso americano investigava os vínculos de membros da equipe de Donald Trump com um fundo de investimento russo, decisão saudada pelo presidente.
Os demitidos foram o autor do artigo, Thomas Frank, o membro da equipe de edição Eric Lichtblau e o responsável do grupo investigador, do qual faziam parte os dois primeiros, Lex Haris.
O artigo foi colocado no site da CNN na quinta-feira e retirado no dia seguinte. Não voltou a ser reeditado ou mencionado da emissora americana.
Já muito crítico com a CNN, Trump reagiu rapidamente ao anúncio: “o falso meio [de comunicação] CNN contempla grandes mudanças em sua direção agora que foram pegos por seus artigos trapaceiros sobre a Rússia”, tuitou.
“Pegaram de surpresa o falso meio CNN”, acrescentou, “mas o que acontecerá com NBC, CBS e ABC? O que acontecerá com os fracassados New York Times e The Washington Post? São todos meios falsos”, assegurou.
Segundo o jornalista da CNN especialista em meios de comunicação Brian Stelter, responsáveis explicaram durante uma reunião na segunda-feira que a demissão não significava necessariamente que as informações publicadas eram falsas, mas que “o artigo não estava suficientemente fundamentado para ser publicado”.
Os três jornalistas têm uma longa trajetória e excelente reputação. Quando estava no The New York Times, Eric Lichtblau recebeu o Prêmio Pulitzer, em 2006.

A notícia é muito mais grave do que sugere o tratamento suave empregado pela agência francesa. O que aconteceu com a CNN é que a emissora mais uma vez foi flagrada plantando uma notícia forjada contra o presidente Donald Trump. No caso em tela, já se suspeitava de que o caso fosse mentiroso após o episódio envolvendo BuzzFeed e a própria CNN às vésperas da posse presidencial. O presidente eleito quebrou todos os protocolos ao chamar o BuzzFeed de “pedaço de lixo” e a CNN de “fake news”. O carimbo na testa pegou a ponto de uma articulista do Washington Post questionar se não era hora da grande imprensa abandonar o uso do termo fake news, uma vez que a Direita havia se apropriado do termo. O caso é que o propalado depoimento do ex-Diretor do FBI James Comey piorou tudo: a CNN disse que Trump era investigado, mas Comey negou que houvesse qualquer investigação em andamento para apurar as acusações de Trump com a Russia. Tiro no pé. Ou seja: a CNN forjou a matéria. 

O caso é que se mostra mais uma vez que a Cable News Network fez jus ao apelido de Clinton News Network ao trocar o exercício do jornalismo pela prática criminosa. A redação se transformou em fábrica de matérias mentirosas que em um primeiro momento tentaram favorecer a candidata criminosa Hillary Clinton, para em um segundo momento tentarem impedir a posse de Donald Trump. A terceira tentativa de golpe veio com a tentativa de derrubar o presidente. 

A principal fonte de veículos brasileiros como Folha de São Paulo, UOL, Época, Globo News e Exame parece estar secando. No entanto os jornalistas daqui continuarão espalhando as mesmas mentiras fabricadas pelos camaradas estrangeiros. Eles provavelmente dirão que o presidente está cada vez mais enfraquecido, sendo que Trump tem provado para o público que estava com razão quando atacou o jornalista da emissora criminosa. Estamos diante de algo que a semelhança da mídia nativa merece o nome de “Partido da Imprensa Golpista”. É por essa razão que surgiram órgão financiados por gente como George Soros para “checar” as informações noticiadas por veículos independentes – e nunca dos grandes veículos. Querem apenas censurar o contraditório para que as grandes mídias continuem espalhando suas mentiras e emporcalhando a democracia com seu veneno diário. 




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