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Estão usando sua boa fé na Operação Lava Jato para te fazer de otário


O Supremo Tribunal Federal praticamente já decidiu que o ministro Edson Fachin está mantido na condução das investigações contra a JBS. Muitos janotistas alardeiam que é uma vitória da Operação Lava Jato. Como poderia ser vitória da Lava Jato se esta força-tarefa investiga o esquema criminoso operado pelo Partido dos Trabalhadores e aliados na Petrobras enquanto o caso JBS se deu no BNDES?

Ainda que a premissa fosse verdadeira, como poderia ser considerado vitória a manutenção do segundo maior criminoso de nossa história fora das grades? Sim, Joesley Batista nos roubou nada menos que R$ 8,5 Bilhões. Só não é considerado o maior criminoso da história pois este cargo é de Lula, que foi o arquiteto de todo o esquema e seu maior beneficiário político. 

Ah, sim: Lula também está solto. E muito falante. Não só ele: Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Dilma Rousseff,  José Dirceu, Gilberto Carvalho, Aldemir Bendine... Parece que os pedidos de denúncia só pipocam contra oposicionistas e ex-aliados. Parece não: é.

Para não dizer que não falei de todos os espinhos, há ainda o tal relator. Ninguém mais que o ministro Edson Fachin, que foi beneficiado pela própria JBS para “convencer” senadores a aprovarem sua indicação ao STF (como todos sabem, quem o indicou foi Dilma Rousseff. A escolha foi tão controversa que quase custou o mandato do senador Álvaro Dias, já que o agora ministro e paladino da justiça foi advogado do MST, é ligado a CUT e simpatizante “dos novos modelos de família progressista” (vocês sabem o que isto significa). Na época as redes foram tomadas por um vídeo onde o então professor da UFPR se gabava dos crimes cometidos durante o regime militar, quando militava pela extrema-esquerda. Ah, Fachin chegou até a fazer rolezinhos de jatinho com o delator Ricardo Saud.

A condução da delação foi feita pelo nebuloso Rodrigo Janot, o justiceiro sujo da PGR. Aquele que ameaça colegas, que foi flagrado em reunião secreta com o ministro petista da Justiça José Eduardo Cardozo na calada da noite, que intimida políticos rivais, que chegou a acobertar o irmão criminoso, que tem uma filha que trabalha na defesa da OAS, que tinha como vice a comunista Ela Wiecko, que quer enfiar a ideologia goela baixo de crianças e que por isso declarou guerra aos municípios que adotaram leis contra esta nefasta doutrina. 

Os defensores do janotismo ainda são meticulosos. Inventaram que a intenção era “anular as delações da JBS”. Mentira. A votação de hoje foi para decidir se um caso alheio ao Petrolão permaneceria nas mãos de Edson Fachin, que é relator da Lava Jato. Se bem que se as delações da JBS também não trazem o elemento principal: o chefe da organização criminosa é Temer, segundo afirmam os mentirosos. A mentira é tão evidente que os números mostram que Lula e Dilma ganharam mais do que o vice decorativo. Até os próprios janotistas estão enfrentando dificuldades para manter o embuste. Por isso retocam a mentira com pequenas notas de efeito anestésico, dizendo que “é necessário que Joesley entregue tudo” ou que “é necessário revisar o acordo para que o chefe Lula também seja responsabilizado”. A esta altura do campeonato, todos sabemos que isso não deve acontecer. 

Por isso torno a perguntar: como a manutenção deste estado de coisas é uma vitória para a Operação Lava Jato? 

O caso aqui é que estão usando a boa fé dos brasileiros e o desejo por justiça para mentirem e urdirem novos planos criminosos de poder. Há método nisso, há o desejo de perpetuar uma ideologia completamente oposta a democracia no centro do poder. Em um primeiro momento a extrema-esquerda decidiu combater a Operação Lava Jato. Passado um tempo, viram que se o inimigo é forte a ponto de ser invencível, a melhor saída era corrompe-lo por dentro. Cooptaram parte da Operação, tirano o protagonismo da força-tarefa de Curitiba e levando para Brasília, onde quem dita as regras é o suíno Janot – sempre auxiliado pelo fiel escudeiro Nicolau Dino (irmão do governador comunista do Maranhão Flávio Dino). Há outros colaboradores fiéis de Janot em atividade, como a procuradora Deborah Duprat (a que se apropriou da essência da tese nazista do Lebensborn para dizer que crianças não pertencem as famílias e sim ao Estado). Junto de Janot, surgem novos protagonistas do momento político que são figuras carimbadas. Destaque para os bolivarianos Alessandro Molón, Randolfe Rodrigues e Luiz Roberto Barroso. É a extrema-esquerda versão light, que tomou para si os holofotes do combate a corrupção e a defesa da moralidade. Perguntar não ofende: que moralidade? Trotsky disse com todas as letras que a moral deles não é a nossa, logo não devemos acreditar que todo este circo tem como propósito a moralidade. 



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