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CNN é flagrada simulando uma manifestação de muçulmanos contra o ISIS. Sim, isso também é um problema para o Brasil


Conhecida como Clinton News Network, a CNN foi pega com as calças na mão enquanto uma equipe de jornalistas do canal simulava cobrir uma suposta manifestação de muçulmanos contra o ISIS.  O libertário @markantro foi o primeiro a divulgar a informação, seguido por comentaristas de Direita como Mike Cernovich, Katie Hopkins e Richard Grenell. Foi assim que  a verdade ganhou a rede com novos vídeos. Um mais constrangedor que o outro. Detalhe: a CNN chegou a exibir a reportagem com o falso protesto, mostrando aqueles figurantes (que podem nem ser árabes ou islâmicos de verdade) como se fosse uma pequena multidão.


A primeira vista parece que o caso não nos diz respeito, afinal de contas é o público americano que deverá punir a CNN. Mas considerem o viés da imprensa brasileira. Não satisfeitos em simular falsa isenção em suas redações repletas de militantes de extrema-esquerda, os nossos jornas ainda fazem questão de reproduzir por aqui todo o chorume despejado por veículos como CNN, Guardian, MSNBC e afins. Para piorar o cenário, agora o Brasil passou a ser invadido por veículos internacionais como o Huffington Post, El País, Deutsche Welle e The Intercept - cada um mais tendencioso que o outro. Nossa imprensa valida as mentiras publicadas por estes portais conferindo a eles a aura de neutralidade que nunca possuíram. Isso contamina o jornalismo, já que tanto as notícias internacionais quanto as notícias domésticas serão manipuladas por jornalistas dos dedos sujos. 

Lembrem-se que nas eleições americanas de 2016 a mesma CNN protagonizou um escândalo que só não foi maior porque os atores eram de esquerda. A âncora e diretora de jornalismo Donna Brazile vazou as perguntas do debate presidencial para Hillary Clinton, que levou vantagem sobre Donald Trump por estar preparadíssima. Em política isso é o equivalente ao doping. Apesar de Donna ter sido demitida da emissora, o caso não teve maiores repercussões. Nem os democratas nem a mídia trataram do assunto, focando o debate em torno das falsas ligações de Trump com a Rússia e das conversas de vestiário que supostamente desqualificam um homem para a Casa Branca mais até do que os estupros praticados por Bill Clinton. 

O caso do falso protesto da CNN também chama a atenção por se tratar de uma das grandes corporações de mídia por trás da caça aos portais alternativos de direita (esta campanha persecutória também está ganhando corpo por aqui). Acuados pelo fim do monopólio da informação, os grandes veículos desqualificam jornalistas e blogueiros independentes com a pecha de "fake news". Correto estava Trump, que chamou a CNN de fake news antes de todo mundo. Estes veículos já conseguiram vitórias significativas, como pressionar o Youtube a impedir que canais de direita possam monetizar seus vídeos. De longe se vê que eles desejam não só o protagonismo, mas sim o monopólio da informação, da mentira e do discurso político. É contra esta gente que estamos lutando, gente que favorece candidatos de extrema-esquerda e que forja manifestações para retratar uma religião radical como "tão tolerante quanto qualquer outra".


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