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Após anos de domínio do PSOL, Colégio Pedro II é pacificado



As coisas no Colégio Pedro II não iam bem há muito tempo. Transformado em madraça socialista por dirigentes do PSOL travestidos de educadores, o colégio que é considerado o mais tradicional do Brasil se viu reduzido a tema de páginas policiais. Ali houve a fundação de um núcleo clandestino do PSOL, uma semana de celebração da Revolução Cultural da China (um dos eventos mais sangrentos da história recente), estupros acobertados, imposição da ideologia de gênero e propagandas irregulares do PSOL durante a campanha de Marcelo Freixo. Tudo era respondido com cinismo pelos gestores e falsos educadores homiziados na instituição. Até que um grupo de pais resolveu dar um basta, conforme a nota de Francine Galbier no Jornalivre.

Um grupo de pais de alunos se organizou para concorrer ao conselho do colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, após se indignarem com a doutrinação que o partido de extrema-esquerda PSOL estava realizando no ambiente escolar.
Demasiadas exposições contra o capitalismo e apologia a revoluções comunistas, além da defesa de ideologia de gênero e outras pautas de extrema-esquerda eram constantes.
Inconformados, um grupo de pais se inscreveu para disputar o conselho do colégio e conseguiram vencer todos os cargos, não sobrando nenhuma vaga para os psolistas.
O reitor do colégio está sendo processado por fazer propaganda do partido dentro da instituição.

Enquanto os pais transferiram para o colégio a tarefa de educar e instruir seus filhos, eles ficaram sujeitos ao abuso e assédio por parte de uma militância suja que deseja apenas impor sua agenda totalitária. Quando se criou a consciência de que o colégio instrui e que os pais é que educam, houve uma retomada do vácuo de poder onde a extrema-esquerda se projetou. 

É bom lembrar que quando as denúncias contra o colégio começaram a tomar volume, os gestores da instituição e porta-vozes da extrema-esquerda começaram a veicular uma campanha "em defesa do CP2", sugerindo que os que se manifestavam contra o molestamento ideológico eram inimigos da instituição. Algo semelhante ao que foi feito quando a extrema-esquerda acusou a Operação Lava Jato de querer "destruir o Brasil". Felizmente a narrativa estelionatária não foi suficiente para desmobilizar os pais. Não foi só o bom senso que venceu, a própria noção de liberdade foi salva pelos pais que decidiram tomar o conselho do colégio Pedro II. 

O único paralelo possível para o que acontecia no colégio são os morros dominados pelo tráfico no mesmo Rio de Janeiro. São territórios brasileiros ocupados pelo crime organizado, que se impõe ali por meio do assédio, da violência, da chantagem e do medo. Ali passam a desrespeitar todo o ordenamento jurídico, adotando um código de regras próprias. Embora o morro se localize em território brasileiro, ele não deve respeito algum para a União. Quem manda é o tráfico, o dono do morro e sua facção. Os traficantes exibem suas armas a luz do dia, dão demonstrações de força e afrontam as autoridades constituídas defendendo sempre o império da criminalidade. É o mesmo que fazem os doutrinadores nos diversos colégios, inclusive no CP2. Eles adotam uma moral e um código de leis paralelos, assediam pais e alunos, se impõe pela força. Celebram seus crimes e dão de ombros para o governo federal que garante as verbas da instituição. Assim como os traficantes "defendem o morro" quando a polícia tenta retomar o território, a extrema-esquerda "defende" a escola "crítica". Por isso não há exagero em dizer que o Pedro II foi pacificado. 

Mais uma vez fica provado que os experimentos socialistas não prosperam em um ambiente onde a cidadania e a democracia são exercidos pela maioria, e que as ideologias da extrema-esquerda só têm lastro nos antros onde estes monstros habitam.

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