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Agora presidente do PT, a senadora criminosa prova o que este blog sempre repetiu: o PT não errou, o PT fez de propósito


A senadora Gleisi Hoffmann foi eleita presidente do Partido dos Trabalhadores. Condenada a devolver R$ 2 milhões aos cofres públicos, a esposa do criminoso Paulo Bernardo (aquele que roubava dinheiro dos aposentados no esquema criminoso da Consist) e amante do lobista Alexandre Romano (que operava para José Dirceu), Gleisi parece ser o nome mais coerente para ocupar a presidência do partido. Gleisi provou que mulheres podem ser tão corruptas quanto um homem, ou até mais competentes. Enquanto Aécio era burro o suficiente para anotar extratos de propina com marcações de "cx2", Gleisi se esgueirava por hotéis, shoppings, aeroportos e restaurantes atrás de malas de propina sem nunca ter sido apanhada. Só caiu em delação porque não há crime perfeito. E também porque Alexandre Romano acabou cantando tudo sobre o caso dos dois, sobre o encontro secreto nos Alpes Suíços regado a champanhe, sexo e propina. Convenhamos, Gleisi fez por merecer o lugar de caporegime da máfia petista. 

Mas o caso é que Gleisi frustrou os que ainda esperavam uma autocrítica por parte do partido. Em seu discurso inaugural, a senadora de aspecto suíno afirmou que "nenhum dos militantes investigados pela Lava Jato enriqueceu com a corrupção". Ela deixa claro que a corrupção é aceitável para o fomento da agenda partidária. Quando a mentira de que ninguém enriqueceu com a corrupção, esta é só mais uma. Ninguém irá condenar a "Amante" por uma mentirinha retórica. 

Do lado de fora, vários jornalistas e formadores de opinião se disseram "espantados" com a "incapacidade que o PT tem de fazer uma autocrítica". Com todo o respeito, isso é loucura. Imaginem um desses reality shows. Uma participante sabe que para se promover deve fazer o impensável. Chegando lá ela bebe todas, beija garotas, dorme com rapazes, protagoniza barracos, faz sexo na sala e organiza uma orgia. Nas redes sociais só se fala nisso. Ao final de sua participação ela sai agradecendo pelo apoio de seus fãs, feliz e realizada com a exposição que conseguiu na mídia (incluindo até contratos de publicidade e convites para posar nua). Daí um jornalista puritano diz: "Mas ela não vai se desculpar pela forma com que agrediu as famílias?" E porque deveria? Se a intenção dela era exatamente esta, não há autocrítica que deva ser feita. A autocrítica se dá para quem erra, não para quem faz de propósito. 

É o mesmo caso do petismo. Neste blog sempre foi defendido a tese de que o partido do plano criminoso de poder fez tudo de maneira calculada, desde a formação de quadrilha para compra de parlamentares até o vandalismo premeditado de nossa economia. A compra de Pasadena, a compra da refinaria de Okinawa, a usina de Abreu e Lima construída em parceria com a Venezuela, a refinaria da Bolívia, o Porto de Mariel, as hidrelétricas na África, absolutamente tudo foi feito para dar prejuízo. Não era erro, era método. Daí os mesmos que administraram o veneno sugerem uma cura ao paciente: tome mais arsênico que você melhora. 

Gleisi não negou que o partido cometeu crimes, mas também não alegou arrependimento algum. Era o que eles queriam. Vejam só o exemplo do primo fabiano, o PSDB. Por mais que o partido ainda tenha nomes sensatos, o seio do tucanato já se vê diante da necessidade de redefinir os caminhos. Fica clara a diferença fundamental: o PT é um partido fascista, que pratica métodos desenhados por um psicopata para conquistar o poder. Não dá para comparar este partido com muitos outros (exceto PCdoB, PSOL, PDT e Rede). Enquanto outros partidos tem corruptos, o PT tem comensais da morte. Enquanto alguns partidos afastam seus dirigentes corruptos da presidência, o PT escolhe os que mais se destacam na lama e os conduzem a presidência. O que para alguns seria sinal de vergonha, para o PT é distinção honrosa. Por isso este blogueiro sempre dirá que o PT não errou, o PT fez exatamente o que tinha em mente. Feio vai ficar para quem insistir em desmentir os próprios dirigentes. Parem também de dizer que os dirigentes desta seita são burros. Gente burra não é capaz de arquitetar o maior esquema de corrupção da história do Ocidente, muito menos de se infiltrar em todas as instâncias do poder. O mundo levará anos para conhecer inteligências criminosas tão competentes. 


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