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Agência de censura de Sakamato recebe uma resposta inesperada do MBL


Conforme dito aqui há algum tempo, a nova onda da extrema-esquerda é se travestir de defensora da verdade por meio de um suposto combate as chamadas "fake news". Não, não se trata de combater as mentiras ditas em suas redações. Trata-se apenas de um pretexto para sufocar o contraditório. Um destes veículos de censura é capitaneado por Leonardo Sakamoto. Como verão abaixo, a agência do jornas tentou obter respostas do Movimento Brasil Livre para uma suposta checagem. A resposta vem abaixo. 

Oi, Clodomiro, bom dia.
Meu nome é Patrícia, sou repórter do Truco, um projeto de fact-checking da Agência Pública. O Truco integra a International Fact-Checking Network (IFCN), rede organizada pelo Instituto Poynter que reúne os principais sites de fact-checking do mundo. Você pode ver algumas amostras do nosso trabalho aqui e também nos nossos republicadores, que incluem sites como Exame.com e UOL.
Estamos checando algumas frases deste vídeo sobre progressão de pena, disponível na página de Facebook do Movimento Brasil Livre (MBL).
Como te expliquei por telefone, nossa metodologia funciona da seguinte maneira: antes de tudo, comunicamos a assessoria de imprensa da pessoa que proferiu a frase, informando que ela está sendo checada e que deve ser objeto de uma checagem publicada em nosso site. Então, solicitamos a esta assessoria quais foram as fontes utilizadas pela pessoa para basear a sua afirmação. Essas fontes podem ser desde estudos, pesquisas ou dados oficiais até percepções pessoais, consultorias com especialistas, etc.
Portanto, o que solicitamos nesta demanda são as fontes das informações utilizadas pelo apresentador do vídeo nas frases selecionadas. Essas informações serão confrontadas pela nossa equipe, que buscará dados, oficiais e independentes, para verificar se a frase está de acordo com a realidade, e então a frase ganhará um selo. Depois, entramos em contato para informar o resultado da checagem. Todos os passos da metodologia e os selos estão disponíveis em nosso site.
É muito importante que vocês mandem as informações dentro do nosso prazo para que tenhamos subsídios para comprovar a falsidade ou veracidade da afirmação. Nosso prazo é até o final do dia de hoje.
As frases que estamos checando são as seguintes:
“Mais de 100 mil criminosos estão no regime semi-aberto.”
“Hoje, o criminoso cumpre só um sexto da sua pena e já está praticamente livre para voltar a cometer crimes.”
“O projeto foi assinado por deputados como Darcísio Perondi e pelo ex-deputado Nelson Marchesan Júnior está pronto para ser votado. Só depende do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.”
“70% dos criminosos que são presos pela polícia são reincidentes, ou seja, na verdade, nunca deveriam ter saído da cadeia.”
Qualquer dúvida, estou à disposição por telefone e email.
Att.,
———————
Patrícia Figueiredo
Agência Pública
apublica.org
Patrícia poderia ter pesquisado no Google os seguintes termos: “100 mil criminosos + semi-aberto”, “sexto da pena” e “70% reincidentes”. Mas preferiu a tentativa dissimulada de intimidação. A resposta veio de maneira dura, e certamente deixou os militantes de redação perdidos:
SEIS!
A Sakamoto e demais associados
O Movimento Brasil Livre – MBL não reconhece a legitimidade – tampouco a honestidade – de uma ONG bancada com dinheiro do globalista George Soros (fonte para checking: http://apublica.org/quem-somos/#financiadores ) para “checar a veracidade” de qualquer coisa que saia na imprensa brasileira ou nas redes sociais. A “Agência Pública” – basta checar em seu próprio website – é um coletivo de esquerda coalhado de militantes petistas travestidos de jornalistas tentando levar à frente uma ridícula aura de isenção. Seu conselho conta com figurinhas carimbadas do jornalismo lulista, como o caricato Leonardo Sakamoto e sua amiga Eliane Brun.
Cremos que poderiam aproveitar o status de hospedeiro do portal UOL para fazer seus “fact-checkings” na produção de lixo do grupo folha, como quando estes deram destaque total à versão dos agressores durante o atentado aos manifestantes do”Direita São Paulo” perpetrado por palestinos amiguinhos da redação. (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/05/1880596-lider-do-palestina-para-tods-e-preso-apos-confronto-com-direita-anti-imigracao.shtml )
Sabemos bem o que gente como vocês querem: a CENSURA. Seu “movimento internacional” – curiosamente bancado pelo mesmo financiador da campanha de Hillary Clinton e de ONGs esquerdistas no Brasil – foi criado exclusivamente para combater o livre fluxo de informações que mais e mais liberta as pessoas do establishment político e midiático que lhes sustenta. Portanto, vão brincar de truco na casa do caralho – e de preferência sem dinheiro público, como tanto gosta o “Conselheiro Sakamoto” e sua ONG “Repórter Brasil”.
Em consideração a aos princípios que regem a pública, estamos enviando em anexo material para apreciação dos “checadores”
Abaixo a imagem enviada aos censores:
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Por não ser a resposta que o grupo esperava, provavelmente haverá choro e ranger de dentes entre os jornalistas militantes nos próximos dias. Vimos como a imprensa sabuja se comportou no episódio envolvendo Danilo Gentili e a deputada comunista Maria do Rosário. A tendência é que eles simulem falsa indignação com o episódio, fingindo que este tipo de ofício de censura não surgiu com o único propósito de inviabilizar as iniciativas que contrariam a agenda criminosa da extrema-esquerda. Afinal de contas, é para isso que George Soros os paga.




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