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A Extrema-esquerda está inconformada pelo fato de Trump querer o fim da ditadura cubana


E Donald Trump cumpre mais uma promessa de campanha: hoje o presidente dos Estados Unidos anunciou que irá rever o acordo de reaproximação com Cuba adotado pelo antecessor Barack Hussein Obama. O anúncio não pegou de surpresa apenas a extrema-esquerda americana, cada vez mais radical e violenta. Surpreendeu também os sicários voluntários aqui de Pindorama. A jornalista Carolina Cementi ainda não foi localizada para emitir sua análise isenta sobre o presidente que ela chamou de filho da puta no link ao vivo, mas seus colegas de Globo News como Thaís Herédia para falar do "retrocesso". 


Sim, há um retrocesso. Há um retrocesso na agenda de quem queria que os Estados Unidos voltassem a beneficiar uma ilha governada a mão de ferro pela família Castro há mais de cinquenta anos. Há retrocesso para quem celebrou um acordo sem contrapartidas com quem mantém presos políticos, por quem não respeita os direitos humanos, por quem não espera jamais deixar o comando da ilha que é tratada como propriedade particular nas mãos de caudilhos que reúnem em si todas as singularidades do fascismo e stalinismo. Há retrocesso sobretudo nos planos de quem pensou em dar sobrevida financeira aos Castro. Em uma frase, Trump resume quais são suas exigências para retomar o acordo com Cuba: 
Trump denunciou o “caráter brutal do regime em Cuba” ante membros da comunidade cubana em Miami e desafiou o governo de Raul Castro a apresentar-lhe um novo acordo para a normalização de relações bilaterais que convenha a ambas partes, ainda que tenha assegurado que não fará mudanças na sua política para a ilha se não houver reformas concretas no país caribenho.
“Desafiamos Cuba a vir à mesa com um novo acordo que esteja no melhor interesse tanto do seu povo como do nosso”, disse Trump em um discurso em Miami.
“Agora que sou presidente dos Estados Unidos denunciarei os crimes do regime de Castro”, afirmou Trump, que pediu que o regime liberte os presos políticos e destacou o sofrimento dos cubanos “durante cerca de seis décadas”. “Sabemos o que acontece e lembramos o que aconteceu”, acrescentou.
Nos próximos dias veremos a rede de militantes homiziados em redações atacando Donald Trump pelo fim do acordo imoral. Dirão que o sujeito é um monstro, que ele não quer a paz. Afinal de contas, só ele tem responsabilidades nesta equação. O ditador que herdou o trono do sangrento Fidel Castro será retratado como vítima. Por irônico que seja, parte dos que irão engrossar a crítica internacional contra Trump por sua exigência de eleições democráticas em Cuba são os mesmos que exigem eleições diretas por aqui. Como sempre estão mentindo, uma vez que aqui temos eleições diretas de dois em dois anos, onde qualquer cidadão de posse de seus direitos pode concorrer e onde qualquer um pode votar, observadas as exigências legais. Na amada Cuba não funciona assim: ali há um único partido que lança um número de candidatos proporcional ao número de cadeiras no parlamento. Os cidadãos cubanos são livres apenas para fingirem que seu voto importa. A única coisa que não dirão de Trump é que diferente do mandatário cubano ele foi eleito para o cargo.



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