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Economista do PSOL que temos que "defender o BNDES". Significa


Olhem esta pérola da economista Laura Carvalho na Folha. Ela quer "defender o BNDES".


Laura Carvalho
Concordando-se ou não com a política implementada nos últimos anos, está na hora de defender o BNDES. A melhor forma de evitar a captura da política industrial por interesses de grupos específicos não é deixar de ter política industrial. É, ao contrário, ter uma política estratégica e bem definida para o longo prazo. Sem o BNDES, esquece.
(clique para ampliar)

Qual seria o motivo de manter uma estrutura jurássica de pé? Qual a conveniência de manter este sistema de "socialismo para os ricos", que só beneficia grandes corporações e empresários avessos ao risco? Se até o grande Roberto Campos renegou sua obra defeituosa, qual é a razão de Laura Carvalho defender com tanto empenho?

Aspas para o embuste da economista do PSOL: "A melhor forma de evitar a captura da política industrial por interesses de grupos específicos não é deixar de ter política industrial. É, ao contrário, ter uma política estratégica e bem definida para o longo prazo."

Mas vem cá, as políticas da era petista também não eram estratégias de longo prazo? Ela também fala que 90% dos empréstimos foram para pequenas e médias empresas. E a quantidade de recursos, foi proporcional também?

A título de informação, comecei o curso de Relações Internacionais no ano de 2013. O Brasil petista se vendia como a nova terra da esperança. Lula e Dilma anunciavam grandes obras, construção de estádios, portos, aeroportos, estaleiros, fábricas e hidrelétricas. O Brasil planejava a compra de submarinos, aviões e a construção de um navio-sonda. O projeto nuclear brasileiro tomou novo folego, enquanto o país despontava no exterior por meio da chamada "diplomacia Sul-sul", que privilegia a integração com vizinhos e países em desenvolvimento. Com algumas exceções, quase tudo o que foi descrito foi viabilizado com recursos do nosso glorioso BNDES. Tudo ia bem. Aparentemente.

Pouco depois descobrimos que as empresas que construíram as grandes obras pagavam propina ao PT e aliados, que o contrato do navio-sonda feito sem licitação era um pagamento para o Banco Schahin, que por sua vez havia emprestado dinheiro para o PT calar o chantagista Ronan Maria Pinto (que ameaçava detalhar a participação de Lula no caso Celso Daniel). Nosso dinheiro serviu não só para alimentar cofres de empresários corruptos, mas também para custear campanhas e financiar ditadores carniceiros, além de fomentar a agenda do partido do plano criminoso de poder. A política desenvolvimentista era apenas uma fachada para operações criminosas que projetariam a hegemonia do lulismo na política internacional.
Teria sido possível fazer tudo isso sem a existência de uma instituição cuja função é exatamente espalhar dinheiro público?

Laura é uma mulher culta, ela sabe bem disso. Mas a moça também é da extrema-esquerda, por isso fala com tanta ênfase da necessidade de se sustentar estruturas estratégicas que poderão alimentar outro sonho totalitário. Laura usa este jeito de adolescente sonsa e lacradora para enganar gente desatenta da mesma forma que o Quebrando o Tabu fez ao comparar crack com chocolate. No fundo tudo que ela pretende é defender um bastião do aparelhamento de Estado. Afinal de contas, vai que um dia seu grupo político chegue ao poder...

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