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Terrorista de Brasília poderá ser presidente um dia. Funcionou com Dilma


Um sujeito se feriu gravemente em Brasília ao tentar detonar um artefato explosivo (parte da imprensa diz que era um rojão, outros dizem que era uma bomba caseira. A conferir). O sujeito teve uma das mãos praticamente esmigalhada por uma bomba. 

Enquanto as redes sociais comentavam a desventura do terrorista que foi chamado de "manifestante" pela mídia, algumas considerações passaram batidas. Como a possibilidade do sujeito se fazer de vítima no futuro. 

Não seria o primeiro. Dilma Rousseff também foi terrorista em seu tempo. Pouco depois usou de sua participação na guerrilha como credencial falso de heroína da democracia que ela própria detesta. Aos que dizem que a guerrilheira preferiu lutar dentro das regras democráticas, fica a lembrança: no email falso criado para vazar informações da Lava Jato para Mônica Moura e João Santana, Dilma usou o nome Iolanda2606. Referência ao General Costa e Silva, cuja esposa se chamava Iolanda. Costa e Silva comandava o país quando o bando de Dilma assassinou o soldado Mário Kozel Filho em um atentado a bomba no dia 26 de junho de 1968. 

O terrorista que tentou atirar aquele explosivo em algum policial ou jornalista em Brasília agiu de acordo com os mesmos princípios do bando de Dilma Rousseff, incluindo a própria. São os mesmos princípios que inspiraram o Sendero Luminoso, os Montoneros de Pepe Mujica e tantos outros. Eles chegaram ao poder para aplicar o mesmo veneno em métodos mais amplos e pouco menos violentos na forma. Pensando bem, o terrorista de Brasília ainda pode ter uma carreira política. Poderá mentir para brasileiros incautos que se feriu defendendo a democracia contra o golpe de 2016. Não se espantem, é assim que eles agem.



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