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Supla e a revolta do Punk de boutique contra João Doria


Leio na Folha de São Paulo que a gestão João Doria fez um inimigo poderoso, que talvez seja o início de um movimento de oposição que irá acabar com a governabilidade do prefeito. É que o Supla resolveu atacar a gestão que ele considera "privatista" com uma música chamada "Como os ricos pensam". Destaque para o trecho:

Prazer exclusivo/ É como os ricos pensam/ Riqueza em excesso emburrece, emburrece/ Totalmente alienado/ Só está preocupado/ Em se refrescar no ar condicionado, condicionado, condicionado

Não sei como todos os ricos pensam, mas conheço muitos que pensam como Supla: como são ricos, podem optar pelo socialismo. Pode ser uma versão Punk de boutique como fez o herdeiro Eduardo Smith de Vasconcelos Matarazzo Suplicy  (o verdadeiro nome de Supla) ou uma versão mais soft, como fez sua mãe Marta Teresa Smith de Vasconcelos Suplicy (bisneta do Barão de Vasconcelos). Ou algo mais Bernie Sanders igual seu pai Eduardo Matarazzo Suplicy (bisneto do Conde Francesco Matarazzo).

É claro que é risível ver que aos 50 anos Supla ainda se considere artista, mesmo não passando de um playboy quatrocentão querendo parecer descolado. Surpreende que o sujeito ainda se considere contestador, mesmo não passando de um adolescente de mais de meio século passando vergonha em público. 

O jornalismo padrão Folha também fez a diferença. Dizer que o som de Supla é pesado é uma ofensa. Os sofisticados canhotos da redação da Folha não reconheceriam som pesado nem que apanhassem dele. Daí saem por aí dizendo que a composição do quatrocentão revolucionário é pesado. É sério, Folha?

Desta matéria da Folha trazendo este arremedo de matéria é que o jornal do Otávinho Frias Filho não conhece limites do ridículo quando o objetivo é fazer baixo jornalismo. E que passar vergonha é requisito básico para os Smith de Vasconcelos Matarazzo Suplicy.

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