Ads Top

Quem afirmou que Dilma era honesta deve ser encarado como cúmplice moral de seus crimes


O processo do impeachment foi penoso e desgastante, sobretudo porque muitos colaboracionistas do plano criminoso de poder ou da agenda da extrema-esquerda optaram por reforçar a narrativa tática de que "apesar dos erros de governo, Dilma Rousseff era pessoalmente honesta". 

A mentira deslavada não se sustentava, visto que Dilma não cometeu erros em seu governo mas sim crimes graves contra o Estado. Desde quebrar a economia de propósito com as pedaladas e a corrupção até o vazamento de informações da Polícia Federal e conspiração para obstrução da Justiça. 

A cortina de fumaça tinha a clara intenção de fomentar a impunidade, e acabou funcionando como anestésico quando ela teve seu mandato cassado enquanto reteve seus direitos políticos (que deveriam ser suspensos por oito anos conforme previsto em lei). Quando Ricardo Lewandowsky, Kátia Abreu, Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros, Roberto Requião e outros lacaios se articularam pela manutenção dos direitos de Dilma, o cenário estava preparado também pela narrativa de que a pena para a ex-presidente não poderia ser muito severa. "Pobre Dilma, como irá se sustentar?", declarou a nebulosa Katia Abreu na tribuna do Senado. Segundo a amiga da criminosa, a presidente cassada era uma mulher culta que poderia dar aulas em universidades públicas. Mas que evidentemente necessitaria de seus direitos políticos para tanto... 

Quem também andou insistindo nisso foi o ex-presidente e canalha de todas as horas Fernando Henrique Cardoso. Junto com Jean Wyllys e personalidades como Gregório Duvivier, Tico Santa Cruz, Drauzio Varella, Patrícia Pillar, Monica Iozzi... A falsa narrativa também tinha como intenção fortalecer a tese do golpe. "Tiraram uma mulher honesta e colocaram um corrupto no lugar", diziam os lacaios e as cavalgaduras do petismo. 

Na época os indícios eram fortes, mas as investigações ainda no início não conseguiram formalizar as necessárias investigações contra a petista. Depois que Dilma saiu da presidência é que as coisas puderam avançar, provando de uma vez por todas o protagonismo criminoso da ex-terrorista. Dilma pode ser presa, mas isto não basta. É necessário marcar os que avalizaram seus crimes. Sim, parte deles foi cometido exatamente no momento em que ela tinha a honra defendida pela escória e pelos "isentões". Que eles fiquem marcados como os comparsas morais da Rainha do Submundo, vulgo "Iolanda".


Tecnologia do Blogger.