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Provas dos crimes de Dilma vem a público no primeiro aniversário de seu afastamento. Fizemos a coisa certa


A marqueteira Mônica Moura (esposa de João Santana) havia acusado Dilma Rousseff de utilizar um email falso para se comunicar com o casal, para quem vazava as movimentações da Operação Lava Jato. Quem repassava as informações da força-tarefa para a petista era o então ministro da Justiça José Eduardo Cardozo. Mônica Moura afirmou que a técnica utilizada pela quadrilha consistia em preencher o rascunho da conta de email cuja senha era compartilhada pelo trio. A mensagem era apagada na sequência pelo interlocutor, que deixava sua resposta também nos rascunho. Era o crime perfeito, não fosse o fato de que Mônica Moura era malandra demais para confiar apenas no poder da czarina. A mulher de João Santana printou o email e registrou em cartório no dia 13 de julho de 2016 no 1º Tabelionato Giovannetti,em Curitiba. Não ficou pedra sobre pedra.

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Atenção: Mônica Moura tem em seu poder uma relação de datas e prints de mensagens trocadas por whatsapp, emails, viagens e ligações. Tudo documentado como um diário de adolescente (segundo palavras da própria). Não ficou pedra sobre pedra. 

Por ironia do destino, toda esta lama é revelada no exato dia em que se completou o primeiro aniversário do afastamento de Dilma pelo Senado Federal. Foi há um ano que a criminosa foi notificada de seu afastamento temporário até o julgamento do impeachment no derradeiro 31 de Agosto de 2016. 

Quem viveu aqueles dias com mais intensidade sabe que não foi fácil combater a campanha de ódio e desinformação lançada pelos radicais da extrema-esquerda, que nos tachavam de golpistas e usurpadores. Alguns até nos acusavam do fascismo que eles próprios cultuam. Não obstante, vencemos. A resposta deles veio na base da violência, do extremismo, do cuspe e das fezes em via pública. Chegaram até a incendiar veículos e ameaçar a integridade física de pessoas, instituições e animais. 

Por óbvio que não era uma reação de quem estava crente na inocência de sua senhora. Estavam dando uma resposta coerente com a índole de sua ideologia genocida e criminosa. Isso ajudava a desvirtuar o argumento de que Dilma era uma mulher "honesta". Nós que possuímos mais de dois neurônios sabíamos que era simplesmente impossível que Dilma estivesse cercada de uma organização criminosa sem dela fazer parte. Já haviam suspeitas na época, que acabaram se materializando ao longo do processo. Hoje não só provas, mas também convicção. Felizes dos que não se arrependeram do apoio ao ato histórico de heroísmo e civismo que foi a batalha democrática pelo impeachment. Nunca estivemos tão corretos sobre alguém. 

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