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O teatro do advogado de um advogado de porta de cadeia contra a sensatez do juiz Moro


O juiz Sérgio Moro gravou vídeo pedindo que os simpatizantes da Operação Lava jato não fossem até o Fórum de Curitiba. O juiz salientou que é só um processo judicial, não um embate político. E que quer evitar cenas de enfrentamento e violência entre partidários do petista e os que tem ojeriza do crime. 

O pedido é razoável, sensato e moral. Moro e a torcida do Corinthians e do Flamengo sabem que quem tenta politizar o caso é a extrema-esquerda e seus lacaios. Só quem criticou foi o advogado Cristiano Zanin Martins. 

Para quem não sabe, Cristiano Zanin é o advogado de porta de cadeia que defende o infame Luis Inácio, réu de cinco inquéritos e alvo de tantas acusações quanto se pode contar. O doutô afirmou em tom untuoso e farsesco que o juiz falou para seus apoiadores, que tal não aconteceria em uma democracia. 

Notem a ética deformada deste asqueroso senhor: ele transforma um processo jurídico em um ato político. Esperava que o juiz Moro caísse na provocação e pedisse apoio das ruas para o dia do depoimento. Como Moro não caiu na provocação, a mente sociopata do defensor pariu um novo atentado a inteligência: a prova de que Moro age de forma política é justamente a prudência do magistrado que não quis tumultos no dia do depoimento. 

Lula tem todo direito de se defender, e até de contratar tipos como o senhor Zanin para sua defesa. Tem até o direito de espernear contra a justiça. Isso é justamente um direito proporcionado pelo sistema democrático que o senhor Zanin finge não existir no Brasil. É a narrativa do golpe servindo como espantalho jurídico para quem sabe que o cliente criminoso dificilmente escapará. O que não costuma acontecer em uma democracia é um criminoso afirmando que prenderá jornalistas e investigadores, como faz o réu Luis Inácio. Tal absurdo só acontece em ditaduras, como as que o Partido dos Trabalhadores de Lula e Zanin apoiam. 

Outra coisa que costuma acontecer em democracias é o tratamento igual para todos. O criminoso vai para a cadeia independente de sua influência política ou conta bancária. O que o advogado Zanin pretende é garantir a impunidade de seu cliente por meio do vandalismo retórico. Se triunfar, estará provado que de fato não vivemos em uma democracia. Afinal de contas, sobram provas contra o sujeito asqueroso que queria construir no Brasil uma versão petista do Reich de Mil Anos. Sim, um país que só prende preto, pobre e puta enquanto proporciona palanque para um criminoso que conspirou contra a democracia não merece ser classificado desta forma. 


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