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O caos em Brasília prova: PT não é partido, mas misto de organização terrorista com facção criminosa


Sob a batuta de Lula, a Esplanada dos Ministérios ardeu em chamas. Em um ato sem precedentes, hordas de bárbaros espalharam o terror no Planalto central. Não restou outra saída ao presidente que não o uso das forças armadas. 

Toda a demonstração gratuita de bolivarianismo foi friamente calculada na véspera. Seguindo ordens transmitidas por Lula a parlamentares de extrema-esquerda, o roteiro de terror foi seguido pelos partidários do plano criminoso de poder. A intenção não é a reforma, como já repetimos por aqui. A intenção nunca é o motivo aparente. A intenção é sempre avançar na agenda totalitária colocando a sociedade de joelhos. Como o Partido dos Trabalhadores não conseguiu derrubar a República por meio das tramas sujas conduzidas na PGR e no STF, a seita partiu para o corpo a corpo. 

Temer agiu como estadista em um momento em que seu mandato respira por aparelhos. Foi a única solução possível para quem demonstra força política apelando para a força bruta. Também é a solução legal e que mais garante a estabilidade contra quem crê que Stalin matou foi pouco e que diálogo com fascista se dá na ponta do fuzil. Neste último argumento estão com certa razão: essas demonstrações truculentas devem ser rechaçadas. 

Também deve ser rechaçado qualquer um que queira diminuir os crimes que esta legião tem praticado contra a democracia. O PT não é um partido, mas uma quimera misto de organização terrorista com facção criminosa.

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