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Estes jornalistas não têm medo das ameaças de Lula. Não por serem profissionais destemidos, mas por serem lacaios reconhecidos

Esta fala recente de Lula afirmando sua pretensão de mandar prender jornalistas que o criticam (ou que só publicam verdades sobre este senhor) deixou claro uma coisa: é óbvio que Lula não se refere a quem supostamente pública mentiras sobre ele, já que ele é o maior estelionatário de nossa história. Se trata de quem o critica. Posto isso, fica claro que só não correrão riscos em um eventual terceiro governo Lula (O Império Contra ataca) os lacaios que não oferecem perigo algum. Os que vivem de quatro para o plano criminoso de poder. Passaram pela cabeça vários nomes, até elaborei uma lista de quem não corre risco algum de ser preso.


Kennedy Alencar é um exemplo. Não fala absolutamente nada que desabone Lula, o PT ou a esquerda. O irmão do empresário do ramo de gráficas eleitorais fantasmas (a explicação está no Antagonista) Beckembauer Rivelino (com todo o respeito, que nomão da porra) jamais deverá ser ameaçado por uma eventual escalada de repressão contra jornalistas. Ele não é jornalista, mas sim relações públicas do Partido dos Trabalhadores. Ameaça zero. 


Mônica Bergamo é outra que terá sua liberdade (e vida) garantidos. Ela sempre pinga algum furo "sensacional e completamente isento" sobre nomes como Dilma Rousseff, Lula e José Dirceu. Certamente terá seus préstimos reconhecidos. 



Colunista menor em O Globo, Ilimar Franco sempre tenta usar seu espaço para despejar chorume. Cunhado da ex-jornalista e militante comunista Tereza Cruvinel (ex-diretora da TV Lula aka EBC), herdou dela a coluna em que publica tentativas de assassinato de reputação. Versão mais gorda e careca de Mônica Bergamo, ele posta notas para reforçar as narrativas fraudulentas do Partido dos Trabalhadores e da extrema-esquerda. Como quando afirmou que o Movimento Brasil Livre era conhecido por sair às ruas ostentando suásticas e caçando gays, negros e nordestinos. É sério, ele disse mesmo isso.



O insuspeito Bernardo Mello Franco parece passar batido em seu ativismo de redação, mas não engana. A aparência limpa de moço de família tradicional não esconde o bolivarianismo soft. Em seus artigos, Bernardo deixa claro que pode ter aprendido jornalismo na mesma escola que Ilimar: age como rottweiler contra qualquer um que passe do espectro da centro-esquerda, mas se comporta como um poodle dócil quando se trata daqueles que ele tanto ama.



Eugênio Bucci também não engana. O Sheldon Cooper versão de Humanas é um dos principais defensores da tese de que "o PT errou, mas por não ser o único corruto do país não deve ser demonizado". Eugênio finge não saber que o partido não só liderou o maior esquema de corrupção da história, como o fez para solapar a democracia. Foi defendendo esta tese que ele tomou uma sapatada de João Doria no programa Roda Viva da TV Cultura. Eugênio deixou claro que fica chateado quando Doria critica Lula (e olha que Doria está longe de ser um homem de Direita).





No jornalismo esportivo temos alguns figuras que não deixam por menos. Embora não lidem diretamente com política, estão sempre emporcalhando a profissão com suas defesas do totalitarismo. Como Juca Kfouri e José Trajano. Tudo com ares de intelectualidade de botequim, é claro. Juca chegou a empreender uma campanha de perseguição religiosa contra o jogador Kaká (que é evangélico). Trajano optou por ofender os brasileiros que criticavam o governo petista ainda em 2013. Seus ataques contra a democracia acabaram rendendo vaias em plena Arena Corinthians. por ironia, a mesma que foi construída por meio de um esquema criminoso liderado pelo mentor espiritual de Trajano - o infame Luis Inácio.





Outros petistas menos virulentos homiziados no jornalismo esportivo são Arnaldo Ribeiro e Antero Grecco (o melhor de todos os citados, diga-se de passagem). O apático Arnaldo quis simular indignação com vaias da torcida contra Dilma Rousseff, enquanto Antero volta e meia tenta fazer as manjadas analogias sobre o Pato da Fiesp e outros espantalhos criados pela extrema-esquerda para explicar o impeachment. Também não é fã dos movimentos democráticos, de Moro ou da Operação Lava Jato. Ao menos ele preserva seu programa com o Amigão de todo este chorume que chama de ideologia. No vídeo, um momento em que Arnaldo e seus colegas de ESPN simulam "indignação" com o machismo de quem vaia uma mulher". Notem que Arnaldo fala que Dilma é "presidenta".







E por que não falar de Chico Pinheiro? No jornal Bom Dia Brasil ele até é contido, mas no Twitter... Não só ironiza quem pede um país menos corrupto, como já até exaltou a ditadura castrista. Onde houver alguém clamando por um regime totalitário, lá estará o incansável Chico Pinheiro defendendo. Desde que chamem o totalitarismo de "progresso", de "revolução" ou esperança, é claro.







Tem também a dupla Ricardo Chapola e Gustavo Uribe, autores do conto sobre "as cerca de mil pessoas que marcharam na Avenida Paulista pedindo Intervenção Militar". Embora um trabalhasse na Folha de São Paulo e o outro no Estadão, os amigos conseguiram a proeza de entrevistar exatamente o mesmo sujeito. E publicaram exatamente o mesmo texto nos dois principais jornais de São Paulo. Acuados pela indignação da internet, fizeram o que a militância de extrema-esquerda sabe fazer de melhor: fizeram papel de vítimas. Como sempre, é o batedor de carteiras gritando pega ladrão. Felizmente ficaram marcados. Vale a pena reler a matéria do Reaçonaria desmascarando os militantes. É esclarecedor. 

Assim como estes, há muitos outros lacaios maiores e menores emporcalhando o jornalismo brasileiro. Que respira por aparelhos por conta do câncer militante que dele tomou conta. Não é por acaso que estes mesmos se inspiraram na campanha da mídia mainstream norte-americana contra a mídia alternativa atuante na internet. Para quem serve tiranos, nada melhor do que cortar a garganta dos mensageiros. Não por acaso, nenhuma destas figuras irá se indignar com a ameaça de Lula.

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