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Estamos muito mal: até o cretino anti-semita do Roger Waters se acha no direito de palpitar sobre nossa política


Confesso que ri da mais nova empreitada do ex-roqueiro em atividade Roger Waters, que deixou de lado sua obsessão anti-Israel para falar um pouco de nosso amado Brasil. Em sua página no Facebook, ele postou uma foto de Temer com os dizeres:

Brasil, é essa vida que vocês realmente querem?

Pois é, todo castigo para corno é pouco. Estamos tão decadentes que já apareceu até o Roger Waters para criticar. Só nos falta mesmo a falsa humanitária Jane Fonda aparecer por aqui ou Madona adotando uma criança do Rio. 

Para desqualificar o pitaco de Roger Waters não precisamos lembrar do autoritarismo com que ele conduziu o Pink Floyd, sua ambição desmedida, de como demitiu Richard Wright, da inveja que sentia de David Gilmour e sua arrogância muito mal camuflada debaixo do falso humanismo. Vamos nos focar naquilo que ele se orgulha de dizer: que é socialista, assim como seus pais. 

Bom, isso explica tudo. Explica tanto o ódio por Israel quanto o desejo recente de palpitar sobre o Brasil, país que ele só conhece dos shows caríssimos que faz por aqui em edições super concorridas. Também explica o silêncio sobre a Venezuela socialista, onde o bolivarianismo transformou o país em sucursal do inferno. Se é verdade que um artista não deve ser obrigado a fazer declarações sobre tudo, também é verdade que declarações seletivas não são aceitas. Waters ataca Israel e pede que empresas boicotem a única democracia sólida do Oriente Médio, mas não é homem de denunciar as ditaduras e teocracias da região. Agora é macho para falar do Brasil, mas seu engajamento se cala de maneira conivente com a Venezuela. 

Para este senhor ressentido com o fato de que chutamos da presidência uma aspirante a czarina que usava o nome de Iolanda em emails clandestinos, fica a mesma mensagem que o Rei Juan Carlos deu ao aspirante a ditador Hugo Chávez: ¿Por qué no te callas? Vai assim mesmo em espanhol. Este gringo ignorante deve conhecer tanto de Brasil que imagina que falamos o mesmo idioma que qualquer latino-americano.

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