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Delação de Mônica Moura explica confusão mental de Dilma em falas públicas: é que ela estava mais acostumada com o submundo do crime


Dilma sempre foi alvo de piadas maldosas por conta de sua pouca familiaridade com a norma culta da língua. A mulher costuma ficar desorientada, sobretudo quando está em público. Seus discursos horríveis e raciocínio desconexo a tornaram mais lendária do que o folclórico Jânio Quadros. 

No entanto, o que poderia ser motivo de chacota virou um excelente disfarce. Dilma e seus lacaios passaram a ventilar a imagem da presidente boazinha e inocente, da atrapalhada que fez a economia ruir e que não sabia do mar de lama a sua volta. Isso é falso. Já foi dito aqui neste blog que a atuação de Dilma em estratégia criminosa de vazamento mostra que ignorância da petista se restringe ao português. 

Agora sabemos por Mônica Moura de que absolutamente tudo o que o PT e seus personagens criminosos sabiam sobre as movimentações da Operação Lava Jato era vazado pela própria Dilma Rousseff. Ela tomava conhecimento por meio de contatos de José Eduardo Cardozo e alertava seus comparsas. Uma sujeira infindável. 

Para quem é mais frio, não causa surpresa saber que Dilma pediu para pagarem R$ 200 mil ao puxa-saco mor da República Jefferson Monteiro, responsável pelo Dilma Bolada. Nem que ela usava a estrutura do Estado (como o BNDES) para favorecer empreiteiras e seus aliados bolivarianos. Lula a colocou ali para isso, e ela fazia o serviço com perfeição. 

Se a economia ruiu, não foi por acaso. Nem pela conjuntura internacional, como alguns ludibriadores profissionais nos tentaram fazer crer. Os responsáveis diretos foram Lula e Dilma, que quebraram nossa economia de propósito para financiar sua empreitada golpista nas eleições de 2010 e 2014. Não é por acaso que o Brasil se tornou o país do "pibinho" assim que Dilma assumiu. Já estávamos diante das nefastas consequências do plano criminoso de poder. 

A Dilma das delações não é uma mulher de raciocínio deficiente ou de idéias tortas, muito menos de fala desconexa. Esta Dilma descrita nas páginas policiais é destemida, valente e firme, lembrando com exatidão a jovem Dilma que pegou em armas em prol de uma ditadura do proletariado. Se Dilma se atrapalhava em discursos sobre mandiocas e vento, é porque estes discursos eram públicos. Falar em público ou articular idéias claras não é o métier da ex-presidente cuja especialidade é participar de articulações nebulosas. Agora tudo está explicado: o habitat natural da rainha do submundo eram os esgotos do crime organizado, não os salões cheios de protocolo do serviço público. 

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